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Crítica cinematográfica do filme Mogli - O Menino Lobo (2016) do Jon Favreau.

2020.08.01 20:03 hebreubolado Crítica cinematográfica do filme Mogli - O Menino Lobo (2016) do Jon Favreau.

Os Livros da Selva é uma coletânea de contos do universo criado por Rudyard Kipling (1865–1936). Os dois Livros somam o total de quinze contos. Este filme adapta (ou ao menos tenta adaptar) de uma forma bastante recortada alguns contos que têm Mowgli como protagonista (importante ressalvar que não são todos os contos de Os Livros da Selva que têm o menino lobo como protagonista, alguns sequer se passam na Selva, ex: A Foca Branca, conto de número 4 na edição Clássicos da Zahar). Eu percebi inspirações no conto “Os irmãos de Mowgli”, o primeiro do universo do Kipling, “A Caçada de Kaa”, que narra o sequestro de Mowgli pelo Bandar-logo, o Povo Macaco, e “Como surgiu o Medo”, o conto mais mitológico em minha opinião, que narra o período de seca da Selva que os animais chamam de Trégua da Água. Em minha crítica, irei estabelecer algumas comparações do filme com a obra original do Kipling com objetivo de defender a opinião de que: enquanto um filme de animação, é um filme muito bem produzido, dirigido e criado, porém, enquanto adaptação cinematográfica de uma obra literária, deixou tanto a desejar, de tal forma que me faz acreditar que trata-se mais de uma adaptação da animação da própria Disney de 1967 do Wolfgang Reitherman do que uma adaptação da obra de Kipling, como veremos mais à frente. Para estabelecer essas comparações, utilizarei o meu exemplar de Os Livros da Selva: contos de Mowgli e outras histórias, da editora Zahar, publicado no ano de 2016, traduzido por Alexandre Barbosa de Souza.
Nota IMPORTANTÍSSIMA: compreendo e sou da opinião de que cinema e literatura são artes distintas e que possuem linguagens diferentes; também concordo que nenhuma adaptação é 100% fiel à obra literária, nem mesmo o tão renomado O Senhor dos Anéis; porém, quando usa-se o nome de um autor como fonte e principalmente sua obra como inspiração, é necessário o devido respeito à propriedade intelectual e criadora, não somente por questões jurídicas, mas por questões éticas. Sob esta premissa, vamos às comparações.
ATENÇÃO: Como trata-se de uma análise do filme, recomendo que a crítica seja lida somente por pessoas que já assistiram o filme. Se você também leu o livro e é um admirador da obra do Kipling e do que ela representa, será uma leitura ainda mais profunda.
O filme tem uma animação muito bonita; não entendo de cinema em termos técnicos, mas sem dúvidas trata-se de uma película bastante agradável de se assistir. Fora a animação de altíssima qualidade, as cores, personagens e músicas fazem do filme bastante agradável de se ver e rápido de assistir também. Incomoda-me em um filme que possui uma proposta infantil (a recomendação aqui no Brasil é para maiores de 10 anos de idade) hajam os famigerados Jump-scare. Imagine você sentado na sala assistindo com seu filho uma cena do Mowgli em um pasto verde e calmo e de repente BAM! Um tigre salta de trás da tela rugindo e fazendo um estardalhaço enorme. O recurso de jump-scare é, até mesmo em filmes adultos como no gênero de terror e suspense, considerado um recurso de baixa qualidade e previsível. Contei ao todo dois jump-scares no filme.
Em uma das primeiras cenas do filme vemos Mowgli, já na idade de menino (idade esta que permanece durante todo o filme. No último conto do Kipling, “A Corrida da Primavera”, ele já possui dezessete anos), assistindo uma assembléia dos lobos, que discutem se sua presença na alcateia deve ou não ser tolerada. Aqui já podemos perceber uma mudança drástica na história original: nos livros, Mowgli simplesmente aparece onde a alcateia Seonee vive, não levado por Bagheera como no filme retrata um pouco mais a frente. Akela e o lobo que criou Mowgli são dois lobos diferentes, não o mesmo: este último aparece nos contos com o nome de Pai Lobo apenas. Akela em hindi significa solteiro, solitário, o que não faz sentido colocá-lo como pai de Mowgli e dono de uma família. A intimidação do tigre Shere Khan provoca aos lobos foge do nosso autor britânico da mesma forma: enquanto que no filme o tigre não apenas mata Akela com um único golpe mas domina toda o bando, nos livros ele é intimidado pelos caninos.
“[…] Shere Khan talvez tivesse enfrentado Pai Lobo, mas não desafiaria Mãe Loba, pois sabia que, ali onde estava, ela tinha a vantagem do terreno e lutaria até a morte. Por isso voltou atrás, rosnando ao deixar a boca da caverna […]” (KIPLING, p. 33).
Bagheera e Shere Khan travam uma batalha durante a escolta de Mowgli em retorno para a vila dos homens; nos livros, essa luta nunca aconteceu.
Ao encontrar com os elefantes, a pantera negra pede para que Mowgli se ajoelhe e o informa da importância desses terríveis elefantídeos na criação e manutenção da Selva. Esse aspecto deve ser parabenizado por ter sido incorporado no filme: Kipling retratou os elefantes como a força criadora da Selva, e sendo Hathi, O Silencioso, o mais antigo deles. Embora a curtíssima cena tenha deixado implícito a importância dos elefantes, senti falta do personagem de Hathi, que é de suma importância em todos os contos que ocorrem na Selva.
“[…] Quando Hathi, o elefante selvagem, que vive cem anos ou mais, viu uma longa e esguia faixa de rocha seca bem no meio do rio, entendeu que estava olhando para a Pedra da Paz e, na mesma hora, ergueu sua tromba e proclamou a Trégua da Água, como seu pai antes dele havia proclamado cinquenta anos atrás.” (KIPLING, p. 185).
“[…] Shere Khan foi embora sem ousar rosnar, pois sabia, assim como todo mundo, que, no final das contas, Hathi é o Senhor da Selva” (KIPLING, p. 191)”.
O antagonismo inexistente de Kaa: a temível Píton é apresentada no filme como uma vilã que, após revelar a história de Mowgli para ele, tenta devorá-lo. Este personagem também foi desconstruído e teve sua personalidade alterada, assim como vários outros, que comentarei mais à frente. Nos livros, a píton é vista como um animal sábio e astuto, mas que respeita Mowgli como o Senhor da Selva que ele se tornou. A primeira vez que ele é mencionado na obra é no conto “A Caçada de Kaa”, aquele citado mais acima, que retrata o sequestro de Mowgli. Percebendo sua incapacidade de perseguir o Bandar-Log, o Povo Macaco, Baloo e Bagheera decidem pedir ajuda à píton em troca de alguns cabritos. Após relembrar Kaa de que o Bandar-log costumava chamá-lo de perneta, minhoca amarela, a pantera e o urso acabam convencendo a píton a se unir à eles na caçada aos macacos para resgatar Mowgli. O antagonismo de Kaa no filme pode ter várias explicações (que infelizmente só nos seriam acessível diretamente pelo diretor ou roteirista), porém, me parece que colocar uma cobra como vilã é um reforço de um esteriótipo medíocre. A cobra malvada. Não, sr. Favreau, isto não existe no universo de Kipling. Muito embora astuto e um caçador destemível, Kaa não apenas ajuda nesse conto em específico como também em “Cão Vermelho”, quando auxilia Mowgli na batalha contra dos lobos contra os cães vermelhos, chamados de dholes (inclusive, é nesse conto que Akela morre devido à feridas causadas na batalha contra os dholes, diferentemente da sua morte estúpida no filme com uma só mordida de Shere Khan, o que nos demonstra uma ideia bastante frágil de um lobo alfa que deveria estar a frente de sua alcateia e portanto, se o mais forte entre todos os lobos. Akela morre com pelos brancos como neve, ressaltando sua idade avançadíssima). Neste conto, Kaa fornece a Mowgli ideias de como combater e sair em vantagem contra os dholes, além de protegê-lo no rio durante o seu percurso e ser também ativo no plano de Mowgli para emboscar os dholes na toca das abelhas, etc etc.
Nem é preciso informar que não, Baloo não salvou Mowgli de ser comido por Kaa em Os Livros da Selva. Ainda no primeiro conto, “Os irmãos de Mowgli”, o Conselho da Alcateia está decidindo o destino do filhote de homem. A Lei da Selva, código de ética e moral que rege a todos os povos livres com exceção do Bandar-log, intercede a favor de Mowgli:
“Pois bem, a Lei da Selva dispõe que, em caso de disputa do direito sobre um filhote a ser aceito pela alcateia, pelo menos dois membros, além do pai e da mãe, devem interceder ao seu favor.” (KIPLING, p. 35). Adivinhe quem fala por Mowgli além dos seus pais lobos? Isso mesmo. O velho Baloo, encarregado de ensinar a Lei da Selva para os filhotes, fala em nome do menino. Sendo assim, falta apenas mais um voto. Baloo era o único fora da alcateia que tinha direito de falar no Conselho; sendo assim, restava convencer um lobo entre a alcateia para que Mowgli fosse aceito.
Porém, não foi isso que aconteceu: Bagheera intercede e, não podendo votar por não ser parte da Alcateia Seonee, argumenta em cima da Lei da Selva:
“ — Ó Akela, ó Povo Livre — ronronou -, não tenho voto na assembléia de vocês, mas a Lei da Selva diz que, não se tratando de um caso de morte, se existe uma dúvida quanto a um novo filhote, a vida dele pode ser comprada por um certo preço. E a lei não diz nada sobre quem pode ou não pagar esse preço. Estou certo?
[…] — Agora, além do voto de Baloo, acrescento um touro, e um bem gordo, que acabei de matar a menos de um quilômetro daqui, para que o filhote de homem seja aceito de acordo com a lei. Seria possível?” (KIPLING, p. 35–36). Oferta esta que o Povo Livre aceitou prontamente. Concluímos, portanto, que Baloo não apenas conheceu Mowgli desde sua chegada na Alcateia Seonee, mas foi o responsável, junto com Bagheera, por sua aceitação na alcateia. Esta alteração no roteiro do filme pode ser explicada pelo fato de que a linguagem do cinema requer algo mais dinâmico e rápido que os detalhes da literatura. Foi a forma do Favreau contar como Mowgli chegou na Selva e introduzir Baloo no filme, dois coelhos em uma cajadada só, como dizem por aí.
“E foi assim que Mowgli entrou para a Alcateia dos Lobos de Seeonee, ai preço de um touro e graças às palavras favoráveis de Baloo.” (KIPLING, p. 37) A ausência nos filmes desse aspecto da história faz com que a obra tenha um déficit e deixe de retratar uma parte bastante importante nos contos de Kipling: as reflexões filosóficas por trás do conto, tais como: o valor de uma vida entre os lobos, o conceito de moralidade (certo e errado), o valor de um homem, a questão da Lei da Selva sendo usada na prática (o que no filme não passa de uns versos engraçados que são recitados em uma decoreba), etc.
A mudança da personalidade de Baloo no filme é o que mais me irrita nessa adaptação: nos contos de Kipling, Baloo é o professor da lei da selva, como citei mais acima, e no filme, quando ele pergunta a Mowgli se os lobos cantam, o menino responde negativamente e recita para ele a Lei da Selva (dialogo que acontece no minuto 40 do filme, aproximadamente) , Baloo responde “Aí, isso não é uma canção. É um monte de regra!” FAVREAU, AMADO??
Transformar o professor da Lei em um urso trapalhão reforça o fato de o filme ser uma adaptação do filme da Disney, como citei mais acima, e acabou empobrecendo o roteiro no que diz respeito aos conceitos profundíssimos que Kipling introduz através de Baloo, desde a importância da sociedade e união (no conto “A Caçada de Kaa”), as lições que acompanharam a educação do garoto desde que ele tinha entre onze e quinze anos e até mesmo os detalhes da própria Lei da Selva, que no filme os lobos simplesmente recitam aos quatro ventos, e nos contos é aprendida desde filhotinhos pela boca do próprio Baloo.
No conto “Tigre! Tigre!”, após Mowgli decidir sair da alcateia e ir para a vila dos homens, realmente Shere Khan influencia os filhotes e habita a Pedra do Conselho, como mostrado no filme, mas esse reinado sobre os lobos dura apenas algumas páginas, ao passo de que quando Mowgli retorna para a Selva (a sua estadia na vila dos homens também foi omitida no filme), acaba dando um jeito no tigre, mas isso trataremos mais a frente.
A cena de Mowgli salvando o filhote de elefante também não existe nos contos. Também me incomoda a incapacidade de falar dos elefantes, visto que todo bicho na selva, na obra de Kipling, tem essa capacidade. Os elefantes são inteligentes como todos os outros e seu líder, Hathi, como já dito mais acima, não apenas era o mais inteligente de todos, mas o verdadeiro Senhor da Selva e criador da própria.
As engenhocas de Mowgli realmente são importantes nos contos, como no filme mostra, mas a motivação do sequestro não foi a Flor Vermelha, tão desejada pelo Rei Louie. Essa cena é tão distante da obra e das intenções do Kipling que merece, mais que todas as outras, ser tratada com mais detalhes:
Primeiro, O REI LOUIE NÃO EXISTE! Uma das características mais importantes do Bandar-log é sua incapacidade de ser organizados socialmente, por isso não têm líder. No filme, criar um personagem e colocá-lo no cargo de líder do Bandar-log acaba desconfigurando o mesmo e também o desconstruindo, o que aconteceu aconteceu com vários personagens, como vimos acima.
“- Escute, filho de homem — rugiu o urso, e sua voz ressoou como o trovão numa noite quente. — Ensinei a você a Lei da Selva inteira, que vale para todos os Povos da Selva, menos para o Povo Macaco que vive nas árvores. Eles não têm lei. São marginais. Não têm fala própria, mas usam palavras roubadas que ouvem por aí enquanto espiam e esperam no alto dos galhos. Os costumes deles são diferentes dos nossos. Eles não têm líder. Não têm lembranças. São bravateiros, fofoqueiros e fingem ser os maiorais e estar sempre prestes a desempenhar grandes feitos na selva, mas é só uma noz cair no chão que desatam a rir e se esquecem de tudo. Nós da selva não queremos nada com eles. Não bebemos onde os macacos bebem, não vamos aonde os macacos vão, não caçamos onde eles caçam, não morremos onde eles morrem. Alguma vez você me ouvir falar do Bandar-log até hoje?
- Não — respondeu Mowgli num sussurro, pois a floresta ficou muito quieta quando Baloo terminou.
- O Povo da Selva os mantém longe das bocas e das cabeças. Eles são muitos, maus, sujos, despudorados e desejam, se é que se concentram em algum desejo, ter a atenção do Povo da Selva. Mas nós não prestamos atenção neles nem quando atiram nozes e porcarias em nossas cabeças.” (KIPLING, p. 54). Segundo: a motivação do Bandar-log em sequestrar Mowgli não era para ter a flor vermelha, isto é, o fogo, e se espalhar pela floresta, mas sim simplesmente ter a atenção do Povo da Selva e usar as engenhocas de Mowgli ao seu favor. Nesse trecho que se segue, vemos mais uma vez a incapacidade de terem um líder, por isso a impossibilidade de existir um Rei Louie, dentre outros defeitos bastante característicos do povo macaco:
“ […] Eles viviam no topo das árvores, e, como os bichos raramente olham para cima, os macacos e o Povo da Selva nunca se encontravam. […] Estavam sempre a um passo de ter um líder, suas próprias leis e seus costumes, mas nunca chegavam a fazê-lo, pois sua memória não durava de um dia para o outro […]. Nenhum dos bichos conseguia alcançá-los, mas, em compensação, nenhum dos bichos lhes dava atenção, e foi por isso que ficaram tão contentes quando Mowgli foi brincar com eles e ouviram como Baloo tinha ficado bravo.
Nunca aspiraram realizar coisa alguma — no fundo, o Bandar-log nunca aspira a nada -, mas um deles teve o que lhe pareceu uma ideia brilhante e contou os outros que Mowgli seria muito útil para a tribo, porque sabia amarrar gravetos para protegê-los do vento; então, se o capturassem, poderiam obrigá-lo a lhes ensinar como fazê-lo” (KIPLING, p. 55). O conto “A Caçada de Kaa” inicia-se com Baloo repassando algumas lições para Mowgli até perceber que ele esteve com o Povo Macaco. Durante um sermão (o diálogo citado acima que começa com “escute, filhote de homem”), Mowgli é sequestrado pelos macacos, Baloo e Bagheera tentam correr atrás dele, mas acabam pedindo ajuda a Kaa, como citado mais acima. A mudança na personalidade do Bandar-log, a criação de Rei Louie e a mudança no roteiro original da história no que toca à motivação do sequestro dos macacos é o pico do distanciamento entre o filme e sua obra inspiradora. No entanto, gostaria de confessar aqui que o Rei Louie era o meu personagem favorito na animação de 1967 e a musiquinha dele é realmente contagiante, haha! A motivação para manter o Rei Louie nessa versão do filme me parece mais uma demonstração de que trata-se de uma adaptação do filme da disney de 1967, e não da obra do Rudyard Kipling. A minha crítica em relação a permanência do Rei Louie é justamente por se tratar de uma das características do Bandar-log a falta de líder. No prefácio desta edição de Os Livros da Selva que tenho em mãos, o tradutor relata o simbolismo profundo por trás do Bandar-log, o que no filme ficou ofuscado, escondido e, ouso dizer, inexistente: “ Nessa estrutura social, há o nível mais baixo de todos. Nele estão justamente os parentes mais próximos dos humanos, considerados incapazes de aprimorar a organização interna de sua sociedade. Com evidente ironia, Kipling identifica o Povo Macaco com a antítese de um real esforço de construção do bem-estar coletivo. […]” (Apresentação, p. 10) o parágrafo segue-se citando o sermão de Baloo, também citado por mim acima várias vezes, aquele mesmo que começa com “escute, filhote de homem”, onde Baloo explicita com todas as letras. A cena terrível de Baloo praticando psicologia reversa em Mowgli para que ele pense que não é amado e parta para a vila dos homens de uma vez por todas é de revirar o estômago para todo leitor de Kipling. Baloo tem uma relação não apenas de amizade com Mowgli, mas também de respeito mútuo e servidão, visto que nos últimos contos Mowgli é visto como o Senhor da Selva por todos os animais, até mesmo o próprio Hathi, o mais antigo deles. Nos contos, Mowgli decide para a vila dos homens após perceber que não era mais bem-vindo na alcaeteia seeonee (isto porque Shere Khan influenciava os lobos menores e os atiçava contra Mowgli e, tendo seus pais morrido, somente Akela estava alí para interceder por ele, e sendo já um lobo idoso, não tinha muita voz contra os muitos lobos jovens fantoches do tigre), retornando apenas para dar um jeito no Shere Khan, que estava dominando a alcateia (eu vou chegar lá, calma!), e esta parte da obra também contém um simbolismo bastante profundo, mostrando a dualidade do homem entre seus instintos animais e sua civilidade que, de certa forma, acaba castrando estes mesmos instintos. Podemos interpretar de várias formas os dos “Mowglis” que aparecem nos contos de Kipling, como a dualidade presente no homem de sua razão e suas emoções, representados pelo Mowgli na Selva, sobrevivendo através de seus instintos, e o Mowgli na vila dos homens, submetido à fala dos homens, vivendo como homens nas regalias da tecnologia (não ipods ou tablets, e sim uma simples cama e uma cabana. Lembremos que tecnologia vem do grego techne, que significa arte, e logos, que significa ciência. O conceito significa, entre outros, técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular e/ou técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular). Toda essa reflexão acerca da dualidade do homem, dos dois mundos — a Selva e a vila dos homens -, tudo isso é omitido nos filmes. A cena de Mowgli na vila dos homens tem uma duração de menos de 30 segundos. O filme força mais uma batalha inexistente: desta vez, Baloo contra Shere Khan. Mais uma vez, essa luta não existe nos contos. Sendo Baloo um urso velho e gordo, muito embora seja o mestre da lei, não possui a competência de lutar com um tigre. Ele não caça, pois se alimenta de mel e plantas. A única cena de luta que existe na obra de Kipling envolvendo o urso se encontra no conto “A Caçada de Kaa”, quando ele ajuda a cobra e a pantera a lutar contra as centenas de milhares de macacos. À propósito, esta cena também foi omitida nos filmes, o que daria uma batalha épica, e substituída por uma cena estúpida onde Baloo bajula o inexistente Rei Louie para distrair os macacos. Mowgli prepara uma tocaia, já no fim do filme, utilizando suas engenhocas e a famosa flor vermelha para matar Shere Khan. Favreau, passou bem longe de novo! No conto “Tigre! Tigre!”, quando Mowgli se encontra na vila dos homens trabalhando como pastor de búfalos, ele usa destes búfalos para encurralar Shere Khan em um defiladeiro utilizando da ajuda do velho Akela e os lobos seus irmãos para tocar o búfalo contra Shere Khan. O tigre, que havia acabado de se alimentar e por isso estava preguiçoso e preferia não lutar, acabou caindo no desfiladeiro ou morrendo pisoteado (Kipling deixa a forma de morte de Shere Khan na ambiguidade). Outro detalhe que foi omitido nos filmes e possui um simbolismo profundo foi o fato de Mowgli ter retirado a pele do tigre e posta na Pedra do Conselho, onde o lobo alfa da alcateia se posta durante os Conselhos, o mesmo lugar onde Shere Khan estava quando dominava a alcateia na ausência de Mowgli. Podemos refletir bastante sobre o que isso pode significar, levando em conta que Shere Khan é a retratação do Mal na obra de Kipling. A representação de Shere Khan foi um dos dois personagens que, na minha opinião, mais se assemelharam aos originais. Mowgli dos livros é um garoto divertido, engenhoso, e ao mesmo tempo brincalhão e bastante curioso. Devido a sua educação, cresceu mais que as crianças da cidade e de uma forma mais forte e saudável. No filme, ele não passa de uma criança entre lobos; insegura, cabisbaixa e bastante incoveniente; não vemos nenhum relato explícito do humor de Mowgli, humor este que chega ao nível de fazer piadas com Kaa e o próprio Hathi, o Senhor da Selva. A mãe-loba de Mowgli teve uma boa representação, porém, senti falta do simbolismo do seu nome, Raksha, que em sânscrito significa “pedir proteção” e, ao mesmo tempo, no budismo trata-se de um demônio, que podemos interpretar como o instinto de proteção da mãe, inato e instintivo, presente em todas as espécies, e ao mesmo tempo, na sua qualidade implacável, forte e até mesmo cruel quando se trata de proteger seus filhos. O simbolismo da mãe loba foi omitido no filme, fazendo dela apenas mais uma personagem. Shere Khan é um tigre manco, e por isso somente mata gados (KIPLING, p. 29), característica essencial para a construção do personagem e também foi omitida no filme. Shere singifica tigre e khan significa chefe no idioma hindu e persa.
No mais, gostaria de reinterar, mais uma vez pois nunca é demais, que concordo com a opinião de que o cinema e literatura são linguagens diferentes e que devem ser respeitadas como o tal, mas, novamente, a partir de um momento que um filme possui a intenção e premissa de ser uma adptação cinematográfica, há coisas que devem ser levadas em conta somente por uma questão de ética e respeito para com a obra do autor. Novamente, deixo meus elogios à direção de arte do filme e qualidade de animação, mas no que toca ao roteiro e à adaptação, eu colocaria esse filme no topo da lista de frustrações, ao lado de Percy Jackson e o Ladrão de Raios. É um filme excelente para assistir com a família e as crianças certamente vão adorar. Lembrem-se, como diria Platão, uma vida sem criticas não vale á pena ser vivida. Forte abraço à todos.
Referências: KIPLING, R. Os Livros da Selva. trad. Alexandre Barbosa de Souza, Rodrigo Lacerda. Clássicos Zahar, SP: 2016.
Wallace Guilhereme. Contato: [[email protected]](mailto:[email protected])
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2020.06.15 22:06 henrrriq Oi luba, turma e outros. Essa é uma história longa de como eu sou um babaca idiota.

Essa história é sobre como eu, Henrique, conheci o meu "amigo" Ferreira (è o sobrenome dele) e como acabei com ela. Então, essa história começou em 2015 eu estava no sexto ano do ensino fundamental era meu segundo ano na escola já que eu e minha família tínhamos nos mudados a alguns anos e eu já tinha estudado em alguma outras escolas da cidade então nesse ano eu não conhecia muita gente pois era muito tímido e chato ( e a maioria dos alunos eram muito bagunceiros) ate que eu conheci Paulo ele também era muito quieto, mais do que eu, aproveitei que ele era parecido comigo fiz logo amizade e apos uns dias descobrir que ele tinha outro amigo o tal do Ferreira ele tinha um porte físico mais forte do que muitas outras crianças da nossa idade e era bem esportivo, me perguntava vezes como eles eram amigos mas logo deixava pra lá, o Ferreira era de outra sala, mas da mesma série, ele era bem inteligente, ate mais do que eu e olha que minhas notas eram só 9 e 10 então comecei a admira lo e me inspirar nele não de uma forma ruim claro, com isso viramos amigos "típicos", coversavamos todos os dias e tal uma amizade normal
Eu tinha esquecido de descrever o Paulo ele é o mais baixo do grupo era mais cheio tinha um black que usa ate hoje e ele é moreno só que mais claro pois quase não sai de casa então ele é meio amarelo.
Com os passar dos anos começamos a falar com outras pessoas que já estudavam conosco como Myrella que foi a única menina a falar com a gente ate o oitavo ano, (se eu não me engano foi nasse ano que eu começei a ser um pouco babaca), esse meu amigo Paulo tinha perdido a mãe a alguns anos antes de nôs conhecemos, ele me contou isso lá na sétima série e eu fiquei preocupado de inicio, mas ele demonstrou que sabia lidar com a perda na época ele foi uma grande inspiração ate hoje pois eu tinha muito medo de perde meus pais pois eles viviam brigando e já tinham se separados algumas vezes, entretanto eles estão juntos hoje com todas as disavenssas ( não sei come s escreve ) e tals, contudo nesse mesmo ano teve o desfile de 7 de setembro que nunca é no 7 de setembro e foi o meu primeiro desfile só que tinha um problema nenhum dos meus amigos queria ir pois achavam chato então dei a louca para convencer um deles para ir comigo ate que fiz o Paulo concordar em ir junto, tudo certo ate o dia, nada demais tinha acontecido, até que começamos a andar e eu tava do lado dele e lembrei de uma piada bem de mau gosto que era assim "qual a diferença do Rexona era sua mãe é que o Rexona nunca te abandona agora a sua mãe não" e sem pensar duas vezes falei para ele e sim eu só me toquei quando já tinha terminado de falar, ele olhou para mim e disse: tá tanto faz, eu fiquei sem palavras não conseguia falar nada nem olhar pra ele e o desfile tinha acabado de começa então fiquei calado todo o tempo e no final disse tchau para ele e fui embora na velocidade da luz com a minha mãe que foi para me ver e que estava me achando extranho por causa da pressa toda e eu dizendo que era só estava cansado, jurava que ele no dia seguinte não falaria mais comigo, mas mesmo assim quando chegou, falei "oi boa tarde" e ele respondeu, eu achei que era só por educação, então os dias foram passando ele continuava falando comigo e eu sempre me culpava por te feito tal coisa e nunca conseguir pedir desculpas, mas sempre fiz de tudo para ele ser feliz e sei que vacilei algumas vezes, mas o que tudo indica é que ele não ficou com mais raiva de mim. Nesse mesmo ano foi quando eu começei a questionar a minha sexualidade (e ate hoje questiono), então no nono ano nosso ultimo ano naquela escola nosso grupo cresceu de três pessoas, eu, Paulo e Ferreira para nove pessoas quais são: Myrella, Rebeca, milla as mais importante para a história, como disse eu estava questionando minha sexualidade e disse para mim mesmo que era bissexual e queria dizer para meus amigos, mais só para Ferreira, Paulo e Myrella já que eramos amigos a mais tempo, então escrevi uma carta esclarecendo tudo para que eles soubessem, mas quando chegou o dia fiquei com medo do que eles iam pensar, fiquei nervoso e segurei o papel a tarde toda ate que na hora do recreio estávamos nós quatro juntos no momento certo para entrega a carta mais fiquei imerso nos meus pensamentos com medo de que eles não me aceitassem, então distraído Myrella pegou o papel da minha mão e perguntou o que era aquilo e eu entrei em Pânico então comecei a gritar "não, não é nada me devolve" rindo muito pois tenho esse probleminha, só que eles acharam que era brincadeira e queriam saber mais ainda o que era então eu desistir e sai correndo não consegui ficar ali, passou o tempo do recreio e tínhamos que voltar para sala e eu estava com muito medo do que ia acontecer então quando entrei na sala todos estavam lá olhando para mim, e a minha cadeira era bem no meio deles todos fui de cabeça baixa, sentei e de cabeça baixa fiquei até que a Mirella veio e perguntou se era verdade, e eu disse que era, já começando a lacrimejar e eles disseram que tá tanto faz e continuaram a serem meus amigos e eu fiquei tão aliviado até que um dia a nossa sala tava sem aula mas ficamos na sala e a Mirella chegou em mim e perguntou se eu gostava de alguém e eu inocentemente disse que não e ela duvidou como as outras pessoas que estavam lá dúvidaram também pois tinha respondido com um tom de mentira (não sei pq) então ela chegou bem perto de mim e perguntou de novo então eu olhei para a sala e vi Ferreira e o encarei, ela percebeu e ficou surpresa e eu confirmei (não sei porque), ela prometeu não contar para ninguém e eu acreditei, contudo com o passar dos meses, Milla me pergunta se é verdade que sou bissexual e se gosto de Ferreira e eu nego tudo e ela diz que eu estou mentindo já que foi Mirella que disse, então eu não consegui arrumar uma boa desculpa e não vi saída até que o prof chega e eu vou para a minha cadeira e fico com raiva de Nutella pois ela prometeu que não ia contar, mas no fundo eu sabia que seria mentira então não liguei muito, porém parecia que eu realmente estava me apaixonando pelo Ferreira naquela época ele era lindo, era forte, era cavalheiro e era super legal comigo até que um dia nós estávamos no recreio e tinha acabado o horário e tínhamos que voltar, mas tinha uma escada gigante (devia ter uns 50 a 60 degraus) e nós não queriamos subir (tinha uma rampa, mas era do outro lado da escola ) então eu falei por falar para Ferreira pra me levar nas costas dele e eu achando que ele ia negar fui subindo normalmente até que Myirella, Milla e Rebeca ficaram pedindo pra ele me levar e ele encurralado disse que sim e eu não estava acreditando que elas fizeram isso mesmo então quando percebi ele estava na minha frente se abaixando pra que eu subisse nele e foi o que eu fiz até que ele pegou nós meus braços e os segurou bem forte fazendo com que eu ficasse encostado nele com o meu nariz bem no seu pescoço fazendo com que eu sentisse seu delicioso cheiro peculiar e tocasse seus cabelos tão sedosos fazendo com que "certas coisas ficassem sem controle e cutucando sua costa, sorte minha que já estávamos na sala e ele me deixou em cima da mesa do professor e agradeci e corri pra meu lugar sem que ninguém percebesse (eu sei que ele sentiu pois ele ficou estranho quando aconteceu) depois disso fiquei querendo dizer que eu gostava dele mas nunca tive coragem até que no fim do ano passado consegui o número dele pois todos foram para escolas e períodos diferentes, então ele perguntou de quem eu gostava (ele pegava o mesmo ônibus que mas sempre estava dormindo ou ele ou eu então quase não nos falamos) pois o pessoal com que eu estava comersando uma amizade sabiam que eu gostava dele e ficavam falando indiretas em voz alto no ônibus para que ele ouvisse e parece que ele tinha ouvido, então eu perguntei se ele não sabia de verdade ele disse que não e eu então falei que era ele e foi daí em diante que eu criei uma ilusão de que ele ia me dá uma chance mas era só coisa da minha cabeça (trouxa) pois ele tinha começado a namorar uma das nossas amigas a Rebeca e eu percebi que fui feito de trouxa por mim mesmo, por causa disso fiquei meio deprê e acabei depositando essa falsa esperança em um outro cara mó nada vê e fui feito de trouxa outra vez por mim mesmo DENOVO, enfim parei de falar com eles e já tinha perdido o contato com todo mundo pois tinham roubado meu celular antigo, mas consegui encontrar com o pessoal com o decorrer do ano mas não era a mesma coisa e eu não liguei já tava nem ai pra isso e então começei a questionar se eu gostava de homens de verdade (e ainda estou questionando), então nesse início de quarentena o Ferreira conseguiu meu número novo e voltamos a nós falar junto com o pessoal do nosso grupo só que não durou muito tempo e paramos de nos falar novamente então fiquei lembrando de tudo, e fiz uma conta falsa e peguei uma foto que ele postou recentemente só de sunga e fiquei falando coisas terríveis para ele como para quem é essa sunga é pra karls para tarls ou para zarls e ele defendeu tanto a mim quanto a todos os outros que eu citei, e eu chingei, e falei coisas terríveis sente ele, e todos até de mim e percebi que eu sou um monstro que só penso no meu lado e que não mereço a amizade de uma pessoa tão boa quanto a dele.
Espero um dia poder contar tudo para ele e me desculpa
Foi isso luba espero que me não me odei
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2020.03.24 05:59 hebreubolado Crítica de "Mogli - O Menino Lobo" (2016) do John Favreau.

Os Livros da Selva é uma coletânea de contos do universo criado por Rudyard Kipling (1865–1936). Os dois Livros somam o total de quinze contos. Este filme adapta (ou ao menos tenta adaptar) de uma forma bastante recortada alguns contos que têm Mowgli como protagonista (importante ressalvar que não são todos os contos de Os Livros da Selva que têm o menino lobo como protagonista, alguns sequer se passam na Selva, ex: A Foca Branca, conto de número 4 na edição Clássicos da Zahar). Eu percebi inspirações no conto “Os irmãos de Mowgli”, o primeiro do universo do Kipling, “A Caçada de Kaa”, que narra o sequestro de Mowgli pelo Bandar-logo, o Povo Macaco, e “Como surgiu o Medo”, o conto mais mitológico em minha opinião, que narra o período de seca da Selva que os animais chamam de Trégua da Água. Em minha crítica, irei estabelecer algumas comparações do filme com a obra original do Kipling com objetivo de defender a opinião de que: enquanto um filme de animação, é um filme muito bem produzido, dirigido e criado, porém, enquanto adaptação cinematográfica de uma obra literária, deixou tanto a desejar, de tal forma que me faz acreditar que trata-se mais de uma adaptação da animação da própria Disney de 1967 do Wolfgang Reitherman do que uma adaptação da obra de Kipling, como veremos mais à frente. Para estabelecer essas comparações, utilizarei o meu exemplar de Os Livros da Selva: contos de Mowgli e outras histórias, da editora Zahar, publicado no ano de 2016, traduzido por Alexandre Barbosa de Souza.
Nota IMPORTANTÍSSIMA: compreendo e sou da opinião de que cinema e literatura são artes distintas e que possuem linguagens diferentes; também concordo que nenhuma adaptação é 100% fiel à obra literária, nem mesmo o tão renomado O Senhor dos Anéis; porém, quando usa-se o nome de um autor como fonte e principalmente sua obra como inspiração, é necessário o devido respeito à propriedade intelectual e criadora, não somente por questões jurídicas, mas por questões éticas. Sob esta premissa, vamos às comparações.
ATENÇÃO: Como trata-se de uma análise do filme, recomendo que a crítica seja lida somente por pessoas que já assistiram o filme. Se você também leu o livro e é um admirador da obra do Kipling e do que ela representa, será uma leitura ainda mais profunda.
O filme tem uma animação muito bonita; não entendo de cinema em termos técnicos, mas sem dúvidas trata-se de uma película bastante agradável de se assistir. Fora a animação de altíssima qualidade, as cores, personagens e músicas fazem do filme bastante agradável de se ver e rápido de assistir também. Incomoda-me em um filme que possui uma proposta infantil (a recomendação aqui no Brasil é para maiores de 10 anos de idade) hajam os famigerados Jump-scare. Imagine você sentado na sala assistindo com seu filho uma cena do Mowgli em um pasto verde e calmo e de repente BAM! Um tigre salta de trás da tela rugindo e fazendo um estardalhaço enorme. O recurso de jump-scare é, até mesmo em filmes adultos como no gênero de terror e suspense, considerado um recurso de baixa qualidade e previsível. Contei ao todo dois jump-scares no filme.
Em uma das primeiras cenas do filme vemos Mowgli, já na idade de menino (idade esta que permanece durante todo o filme. No último conto do Kipling, “A Corrida da Primavera”, ele já possui dezessete anos), assistindo uma assembléia dos lobos, que discutem se sua presença na alcateia deve ou não ser tolerada. Aqui já podemos perceber uma mudança drástica na história original: nos livros, Mowgli simplesmente aparece onde a alcateia Seonee vive, não levado por Bagheera como no filme retrata um pouco mais a frente. Akela e o lobo que criou Mowgli são dois lobos diferentes, não o mesmo: este último aparece nos contos com o nome de Pai Lobo apenas. Akela em hindi significa solteiro, solitário, o que não faz sentido colocá-lo como pai de Mowgli e dono de uma família. A intimidação do tigre Shere Khan provoca aos lobos foge do nosso autor britânico da mesma forma: enquanto que no filme o tigre não apenas mata Akela com um único golpe mas domina toda o bando, nos livros ele é intimidado pelos caninos.
“[…] Shere Khan talvez tivesse enfrentado Pai Lobo, mas não desafiaria Mãe Loba, pois sabia que, ali onde estava, ela tinha a vantagem do terreno e lutaria até a morte. Por isso voltou atrás, rosnando ao deixar a boca da caverna […]” (KIPLING, p. 33).
Bagheera e Shere Khan travam uma batalha durante a escolta de Mowgli em retorno para a vila dos homens; nos livros, essa luta nunca aconteceu.
Ao encontrar com os elefantes, a pantera negra pede para que Mowgli se ajoelhe e o informa da importância desses terríveis elefantídeos na criação e manutenção da Selva. Esse aspecto deve ser parabenizado por ter sido incorporado no filme: Kipling retratou os elefantes como a força criadora da Selva, e sendo Hathi, O Silencioso, o mais antigo deles. Embora a curtíssima cena tenha deixado implícito a importância dos elefantes, senti falta do personagem de Hathi, que é de suma importância em todos os contos que ocorrem na Selva.
“[…] Quando Hathi, o elefante selvagem, que vive cem anos ou mais, viu uma longa e esguia faixa de rocha seca bem no meio do rio, entendeu que estava olhando para a Pedra da Paz e, na mesma hora, ergueu sua tromba e proclamou a Trégua da Água, como seu pai antes dele havia proclamado cinquenta anos atrás.” (KIPLING, p. 185).
“[…] Shere Khan foi embora sem ousar rosnar, pois sabia, assim como todo mundo, que, no final das contas, Hathi é o Senhor da Selva” (KIPLING, p. 191)”.
O antagonismo inexistente de Kaa: a temível Píton é apresentada no filme como uma vilã que, após revelar a história de Mowgli para ele, tenta devorá-lo. Este personagem também foi desconstruído e teve sua personalidade alterada, assim como vários outros, que comentarei mais à frente. Nos livros, a píton é vista como um animal sábio e astuto, mas que respeita Mowgli como o Senhor da Selva que ele se tornou. A primeira vez que ele é mencionado na obra é no conto “A Caçada de Kaa”, aquele citado mais acima, que retrata o sequestro de Mowgli. Percebendo sua incapacidade de perseguir o Bandar-Log, o Povo Macaco, Baloo e Bagheera decidem pedir ajuda à píton em troca de alguns cabritos. Após relembrar Kaa de que o Bandar-log costumava chamá-lo de perneta, minhoca amarela, a pantera e o urso acabam convencendo a píton a se unir à eles na caçada aos macacos para resgatar Mowgli. O antagonismo de Kaa no filme pode ter várias explicações (que infelizmente só nos seriam acessível diretamente pelo diretor ou roteirista), porém, me parece que colocar uma cobra como vilã é um reforço de um esteriótipo medíocre. A cobra malvada. Não, sr. Favreau, isto não existe no universo de Kipling. Muito embora astuto e um caçador destemível, Kaa não apenas ajuda nesse conto em específico como também em “Cão Vermelho”, quando auxilia Mowgli na batalha contra dos lobos contra os cães vermelhos, chamados de dholes (inclusive, é nesse conto que Akela morre devido à feridas causadas na batalha contra os dholes, diferentemente da sua morte estúpida no filme com uma só mordida de Shere Khan, o que nos demonstra uma ideia bastante frágil de um lobo alfa que deveria estar a frente de sua alcateia e portanto, se o mais forte entre todos os lobos. Akela morre com pelos brancos como neve, ressaltando sua idade avançadíssima). Neste conto, Kaa fornece a Mowgli ideias de como combater e sair em vantagem contra os dholes, além de protegê-lo no rio durante o seu percurso e ser também ativo no plano de Mowgli para emboscar os dholes na toca das abelhas, etc etc.
Nem é preciso informar que não, Baloo não salvou Mowgli de ser comido por Kaa em Os Livros da Selva. Ainda no primeiro conto, “Os irmãos de Mowgli”, o Conselho da Alcateia está decidindo o destino do filhote de homem. A Lei da Selva, código de ética e moral que rege a todos os povos livres com exceção do Bandar-log, intercede a favor de Mowgli:
“Pois bem, a Lei da Selva dispõe que, em caso de disputa do direito sobre um filhote a ser aceito pela alcateia, pelo menos dois membros, além do pai e da mãe, devem interceder ao seu favor.” (KIPLING, p. 35). Adivinhe quem fala por Mowgli além dos seus pais lobos? Isso mesmo. O velho Baloo, encarregado de ensinar a Lei da Selva para os filhotes, fala em nome do menino. Sendo assim, falta apenas mais um voto. Baloo era o único fora da alcateia que tinha direito de falar no Conselho; sendo assim, restava convencer um lobo entre a alcateia para que Mowgli fosse aceito.
Porém, não foi isso que aconteceu: Bagheera intercede e, não podendo votar por não ser parte da Alcateia Seonee, argumenta em cima da Lei da Selva:
“ — Ó Akela, ó Povo Livre — ronronou -, não tenho voto na assembléia de vocês, mas a Lei da Selva diz que, não se tratando de um caso de morte, se existe uma dúvida quanto a um novo filhote, a vida dele pode ser comprada por um certo preço. E a lei não diz nada sobre quem pode ou não pagar esse preço. Estou certo?
[…] — Agora, além do voto de Baloo, acrescento um touro, e um bem gordo, que acabei de matar a menos de um quilômetro daqui, para que o filhote de homem seja aceito de acordo com a lei. Seria possível?” (KIPLING, p. 35–36). Oferta esta que o Povo Livre aceitou prontamente. Concluímos, portanto, que Baloo não apenas conheceu Mowgli desde sua chegada na Alcateia Seonee, mas foi o responsável, junto com Bagheera, por sua aceitação na alcateia. Esta alteração no roteiro do filme pode ser explicada pelo fato de que a linguagem do cinema requer algo mais dinâmico e rápido que os detalhes da literatura. Foi a forma do Favreau contar como Mowgli chegou na Selva e introduzir Baloo no filme, dois coelhos em uma cajadada só, como dizem por aí.
“E foi assim que Mowgli entrou para a Alcateia dos Lobos de Seeonee, ai preço de um touro e graças às palavras favoráveis de Baloo.” (KIPLING, p. 37) A ausência nos filmes desse aspecto da história faz com que a obra tenha um déficit e deixe de retratar uma parte bastante importante nos contos de Kipling: as reflexões filosóficas por trás do conto, tais como: o valor de uma vida entre os lobos, o conceito de moralidade (certo e errado), o valor de um homem, a questão da Lei da Selva sendo usada na prática (o que no filme não passa de uns versos engraçados que são recitados em uma decoreba), etc.
A mudança da personalidade de Baloo no filme é o que mais me irrita nessa adaptação: nos contos de Kipling, Baloo é o professor da lei da selva, como citei mais acima, e no filme, quando ele pergunta a Mowgli se os lobos cantam, o menino responde negativamente e recita para ele a Lei da Selva (dialogo que acontece no minuto 40 do filme, aproximadamente) , Baloo responde “Aí, isso não é uma canção. É um monte de regra!” FAVREAU, AMADO??
Transformar o professor da Lei em um urso trapalhão reforça o fato de o filme ser uma adaptação do filme da Disney, como citei mais acima, e acabou empobrecendo o roteiro no que diz respeito aos conceitos profundíssimos que Kipling introduz através de Baloo, desde a importância da sociedade e união (no conto “A Caçada de Kaa”), as lições que acompanharam a educação do garoto desde que ele tinha entre onze e quinze anos e até mesmo os detalhes da própria Lei da Selva, que no filme os lobos simplesmente recitam aos quatro ventos, e nos contos é aprendida desde filhotinhos pela boca do próprio Baloo.
No conto “Tigre! Tigre!”, após Mowgli decidir sair da alcateia e ir para a vila dos homens, realmente Shere Khan influencia os filhotes e habita a Pedra do Conselho, como mostrado no filme, mas esse reinado sobre os lobos dura apenas algumas páginas, ao passo de que quando Mowgli retorna para a Selva (a sua estadia na vila dos homens também foi omitida no filme), acaba dando um jeito no tigre, mas isso trataremos mais a frente.
A cena de Mowgli salvando o filhote de elefante também não existe nos contos. Também me incomoda a incapacidade de falar dos elefantes, visto que todo bicho na selva, na obra de Kipling, tem essa capacidade. Os elefantes são inteligentes como todos os outros e seu líder, Hathi, como já dito mais acima, não apenas era o mais inteligente de todos, mas o verdadeiro Senhor da Selva e criador da própria.
As engenhocas de Mowgli realmente são importantes nos contos, como no filme mostra, mas a motivação do sequestro não foi a Flor Vermelha, tão desejada pelo Rei Louie. Essa cena é tão distante da obra e das intenções do Kipling que merece, mais que todas as outras, ser tratada com mais detalhes:
Primeiro, O REI LOUIE NÃO EXISTE! Uma das características mais importantes do Bandar-log é sua incapacidade de ser organizados socialmente, por isso não têm líder. No filme, criar um personagem e colocá-lo no cargo de líder do Bandar-log acaba desconfigurando o mesmo e também o desconstruindo, o que aconteceu aconteceu com vários personagens, como vimos acima.
“- Escute, filho de homem — rugiu o urso, e sua voz ressoou como o trovão numa noite quente. — Ensinei a você a Lei da Selva inteira, que vale para todos os Povos da Selva, menos para o Povo Macaco que vive nas árvores. Eles não têm lei. São marginais. Não têm fala própria, mas usam palavras roubadas que ouvem por aí enquanto espiam e esperam no alto dos galhos. Os costumes deles são diferentes dos nossos. Eles não têm líder. Não têm lembranças. São bravateiros, fofoqueiros e fingem ser os maiorais e estar sempre prestes a desempenhar grandes feitos na selva, mas é só uma noz cair no chão que desatam a rir e se esquecem de tudo. Nós da selva não queremos nada com eles. Não bebemos onde os macacos bebem, não vamos aonde os macacos vão, não caçamos onde eles caçam, não morremos onde eles morrem. Alguma vez você me ouvir falar do Bandar-log até hoje?
- Não — respondeu Mowgli num sussurro, pois a floresta ficou muito quieta quando Baloo terminou.
- O Povo da Selva os mantém longe das bocas e das cabeças. Eles são muitos, maus, sujos, despudorados e desejam, se é que se concentram em algum desejo, ter a atenção do Povo da Selva. Mas nós não prestamos atenção neles nem quando atiram nozes e porcarias em nossas cabeças.” (KIPLING, p. 54). Segundo: a motivação do Bandar-log em sequestrar Mowgli não era para ter a flor vermelha, isto é, o fogo, e se espalhar pela floresta, mas sim simplesmente ter a atenção do Povo da Selva e usar as engenhocas de Mowgli ao seu favor. Nesse trecho que se segue, vemos mais uma vez a incapacidade de terem um líder, por isso a impossibilidade de existir um Rei Louie, dentre outros defeitos bastante característicos do povo macaco:
“ […] Eles viviam no topo das árvores, e, como os bichos raramente olham para cima, os macacos e o Povo da Selva nunca se encontravam. […] Estavam sempre a um passo de ter um líder, suas próprias leis e seus costumes, mas nunca chegavam a fazê-lo, pois sua memória não durava de um dia para o outro […]. Nenhum dos bichos conseguia alcançá-los, mas, em compensação, nenhum dos bichos lhes dava atenção, e foi por isso que ficaram tão contentes quando Mowgli foi brincar com eles e ouviram como Baloo tinha ficado bravo.
Nunca aspiraram realizar coisa alguma — no fundo, o Bandar-log nunca aspira a nada -, mas um deles teve o que lhe pareceu uma ideia brilhante e contou os outros que Mowgli seria muito útil para a tribo, porque sabia amarrar gravetos para protegê-los do vento; então, se o capturassem, poderiam obrigá-lo a lhes ensinar como fazê-lo” (KIPLING, p. 55). O conto “A Caçada de Kaa” inicia-se com Baloo repassando algumas lições para Mowgli até perceber que ele esteve com o Povo Macaco. Durante um sermão (o diálogo citado acima que começa com “escute, filhote de homem”), Mowgli é sequestrado pelos macacos, Baloo e Bagheera tentam correr atrás dele, mas acabam pedindo ajuda a Kaa, como citado mais acima. A mudança na personalidade do Bandar-log, a criação de Rei Louie e a mudança no roteiro original da história no que toca à motivação do sequestro dos macacos é o pico do distanciamento entre o filme e sua obra inspiradora. No entanto, gostaria de confessar aqui que o Rei Louie era o meu personagem favorito na animação de 1967 e a musiquinha dele é realmente contagiante, haha! A motivação para manter o Rei Louie nessa versão do filme me parece mais uma demonstração de que trata-se de uma adaptação do filme da disney de 1967, e não da obra do Rudyard Kipling. A minha crítica em relação a permanência do Rei Louie é justamente por se tratar de uma das características do Bandar-log a falta de líder. No prefácio desta edição de Os Livros da Selva que tenho em mãos, o tradutor relata o simbolismo profundo por trás do Bandar-log, o que no filme ficou ofuscado, escondido e, ouso dizer, inexistente: “ Nessa estrutura social, há o nível mais baixo de todos. Nele estão justamente os parentes mais próximos dos humanos, considerados incapazes de aprimorar a organização interna de sua sociedade. Com evidente ironia, Kipling identifica o Povo Macaco com a antítese de um real esforço de construção do bem-estar coletivo. […]” (Apresentação, p. 10) o parágrafo segue-se citando o sermão de Baloo, também citado por mim acima várias vezes, aquele mesmo que começa com “escute, filhote de homem”, onde Baloo explicita com todas as letras. A cena terrível de Baloo praticando psicologia reversa em Mowgli para que ele pense que não é amado e parta para a vila dos homens de uma vez por todas é de revirar o estômago para todo leitor de Kipling. Baloo tem uma relação não apenas de amizade com Mowgli, mas também de respeito mútuo e servidão, visto que nos últimos contos Mowgli é visto como o Senhor da Selva por todos os animais, até mesmo o próprio Hathi, o mais antigo deles. Nos contos, Mowgli decide para a vila dos homens após perceber que não era mais bem-vindo na alcaeteia seeonee (isto porque Shere Khan influenciava os lobos menores e os atiçava contra Mowgli e, tendo seus pais morrido, somente Akela estava alí para interceder por ele, e sendo já um lobo idoso, não tinha muita voz contra os muitos lobos jovens fantoches do tigre), retornando apenas para dar um jeito no Shere Khan, que estava dominando a alcateia (eu vou chegar lá, calma!), e esta parte da obra também contém um simbolismo bastante profundo, mostrando a dualidade do homem entre seus instintos animais e sua civilidade que, de certa forma, acaba castrando estes mesmos instintos. Podemos interpretar de várias formas os dos “Mowglis” que aparecem nos contos de Kipling, como a dualidade presente no homem de sua razão e suas emoções, representados pelo Mowgli na Selva, sobrevivendo através de seus instintos, e o Mowgli na vila dos homens, submetido à fala dos homens, vivendo como homens nas regalias da tecnologia (não ipods ou tablets, e sim uma simples cama e uma cabana. Lembremos que tecnologia vem do grego techne, que significa arte, e logos, que significa ciência. O conceito significa, entre outros, técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular e/ou técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular). Toda essa reflexão acerca da dualidade do homem, dos dois mundos — a Selva e a vila dos homens -, tudo isso é omitido nos filmes. A cena de Mowgli na vila dos homens tem uma duração de menos de 30 segundos. O filme força mais uma batalha inexistente: desta vez, Baloo contra Shere Khan. Mais uma vez, essa luta não existe nos contos. Sendo Baloo um urso velho e gordo, muito embora seja o mestre da lei, não possui a competência de lutar com um tigre. Ele não caça, pois se alimenta de mel e plantas. A única cena de luta que existe na obra de Kipling envolvendo o urso se encontra no conto “A Caçada de Kaa”, quando ele ajuda a cobra e a pantera a lutar contra as centenas de milhares de macacos. À propósito, esta cena também foi omitida nos filmes, o que daria uma batalha épica, e substituída por uma cena estúpida onde Baloo bajula o inexistente Rei Louie para distrair os macacos. Mowgli prepara uma tocaia, já no fim do filme, utilizando suas engenhocas e a famosa flor vermelha para matar Shere Khan. Favreau, passou bem longe de novo! No conto “Tigre! Tigre!”, quando Mowgli se encontra na vila dos homens trabalhando como pastor de búfalos, ele usa destes búfalos para encurralar Shere Khan em um defiladeiro utilizando da ajuda do velho Akela e os lobos seus irmãos para tocar o búfalo contra Shere Khan. O tigre, que havia acabado de se alimentar e por isso estava preguiçoso e preferia não lutar, acabou caindo no desfiladeiro ou morrendo pisoteado (Kipling deixa a forma de morte de Shere Khan na ambiguidade). Outro detalhe que foi omitido nos filmes e possui um simbolismo profundo foi o fato de Mowgli ter retirado a pele do tigre e posta na Pedra do Conselho, onde o lobo alfa da alcateia se posta durante os Conselhos, o mesmo lugar onde Shere Khan estava quando dominava a alcateia na ausência de Mowgli. Podemos refletir bastante sobre o que isso pode significar, levando em conta que Shere Khan é a retratação do Mal na obra de Kipling. A representação de Shere Khan foi um dos dois personagens que, na minha opinião, mais se assemelharam aos originais. Mowgli dos livros é um garoto divertido, engenhoso, e ao mesmo tempo brincalhão e bastante curioso. Devido a sua educação, cresceu mais que as crianças da cidade e de uma forma mais forte e saudável. No filme, ele não passa de uma criança entre lobos; insegura, cabisbaixa e bastante incoveniente; não vemos nenhum relato explícito do humor de Mowgli, humor este que chega ao nível de fazer piadas com Kaa e o próprio Hathi, o Senhor da Selva. A mãe-loba de Mowgli teve uma boa representação, porém, senti falta do simbolismo do seu nome, Raksha, que em sânscrito significa “pedir proteção” e, ao mesmo tempo, no budismo trata-se de um demônio, que podemos interpretar como o instinto de proteção da mãe, inato e instintivo, presente em todas as espécies, e ao mesmo tempo, na sua qualidade implacável, forte e até mesmo cruel quando se trata de proteger seus filhos. O simbolismo da mãe loba foi omitido no filme, fazendo dela apenas mais uma personagem. Shere Khan é um tigre manco, e por isso somente mata gados (KIPLING, p. 29), característica essencial para a construção do personagem e também foi omitida no filme. Shere singifica tigre e khan significa chefe no idioma hindu e persa.
No mais, gostaria de reinterar, mais uma vez pois nunca é demais, que concordo com a opinião de que o cinema e literatura são linguagens diferentes e que devem ser respeitadas como o tal, mas, novamente, a partir de um momento que um filme possui a intenção e premissa de ser uma adptação cinematográfica, há coisas que devem ser levadas em conta somente por uma questão de ética e respeito para com a obra do autor. Novamente, deixo meus elogios à direção de arte do filme e qualidade de animação, mas no que toca ao roteiro e à adaptação, eu colocaria esse filme no topo da lista de frustrações, ao lado de Percy Jackson e o Ladrão de Raios. É um filme excelente para assistir com a família e as crianças certamente vão adorar. Lembrem-se, como diria Platão, uma vida sem criticas não vale á pena ser vivida. Forte abraço à todos.
Wallace Guilhereme. Contato: [[email protected]](mailto:[email protected])
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2020.02.02 07:02 Error_Wolf47 Eu me odeio... Fazer o quê?

Bem, eu não faço idéia do porquê que eu estou aqui, criei uma conta só porque eu vi uma postagem... whatever... Ultimamente tenho tido umas crises, eu não sei se é Depressão, ansiedade ou frescura — provavelmente a terceira opção. — mas, eu quase não estou conseguindo fazer nada. Eu sou estudante, e estou de férias porém, como qualquer filho responsável e obediente, faço as tarefas de casa e ajudo minha mãe e meu pai com o que precisam; mas acho melhor começar do começo... Não quero revelar minha idade, sou adolescente e estou cursando o ensino médio, sou levemente introvertido porém, me coloque em um grupo que me identifico e quero toda a atenção do mundo enquanto eu falo. Se eu utilizar o verdadeiro significado da palavra "amigo", companheiro que vai sempre tentar me ajudar nos momentos difíceis, eu não tenho nenhum mas, é claro que tenho vários colegas na qual converso e jogo jogos eletrônicos via internet juntos. Acontece que, como eu falei antes que não tenho muitos amigos, eu não tenho praticamente empatia nenhuma por ninguém, eu não consigo me colocar no lugar da outra pessoa. Pra mim, um conselho amigável e um xingamento forte não são de calibres tão distantes. Okay, acabei me distanciando do assunto... Eu sou muito bipolar, o que torna essa característica um pouco mais relevante, já que não me seguro quando estou bravo e, quando estou calmo ainda pareço grosso. Eu não tenho culpa disso, eu simplesmente penso comigo mesmo: "Como assim? Eu não entendo! Eu não falei nada errado." Coisa que para outra pessoa seria bem pesado, assim como piadas de humor negro que eu faço. Eu me sinto extremamente culpado por isso, eu tento mudar, já fiz várias "experiências" para melhorar — com experiências, quero dizer: conversar com pessoas na internet de diversas maneiras diferentes para ver qual é a menos grosseira. — Motivo número um explicado, agora falta o resto... Eu sou um pouco inteligente, até demais. Em alguns testes de QI, tipo, uns dez, todos deram acima de 140, sendo este o menor valor e 155 o maior. "São testes de internet, não relatam coisas reais." Sim, foi a pior forma de começar o parágrafo. A escola é o ambiente que eu mais gosto e odeio. Porque eu mais gosto? Estudo, as aulas. Porque eu mais odeio? Social, os colegas. Well, eu sou bom em matemática, tanto é que eu tirei, literalmente, doze notas 10 seguidas, sendo três para cada bimestre. Eu também gosto de ciências, agora como física e química, amo do mesmo jeito, e línguas. Eu aprendo extremamente rápido, depois de prestar na explicações dos professores e realizar as atividades eu já tenho decorado para o resto do ano aquele conteúdo específico. Uma prova é que eu estou escrevendo naturalmente esse texto, não estou forçando. Até aí, okay. Família legal, convívio mais ou menos, aluno exemplar. Não. Eu odeio ser inteligente. Eu odeio ser eu mesmo. Eu odeio a mim com todas as minhas forças. Sério, se fosse só isso tudo bem, um psicólogo ou menos já ia resolver — mas o retardado aqui tá escrevendo isso e nem procurou um médico! — mas, tem que ter a cereja do bolo. Como se não bastasse o ambiente que eu mais gosto ser tedioso: esperar a próxima atividade, ajudar o colega, terminar por primeiro a prova; eu não consigo conviver comigo mesmo. Eu tento controlar meus impulsos mas, não consigo, dou um corte seco, ofendo alguém. Porém, deixa eu voltar para o assunto escola. Eu não faço esforço pra nada, fico jogando Battle Royale no meu PS4 em casa o bimestre inteiro, durmo tarde e acordo cedo, fico desenhando nas atividades, e o que? Nota 10, nota 9! "Todo mundo tirou abaixo de 7, menos dois alunos, fulana 7 e Wolf 10. Tô cansado disso, até na prova do instituto federal, você tem noção? Na prova do instituto federal eu não estudei nada, zero horas, fiquei o ano inteiro jogando Video Game e eu faço a prova: dezessete de vinte questões, e todos os meus colegas acertaram dez, oito, três perguntas, e eles acrescentaram: "Estava difícil para um inferno!" E eu nem hesitei em responder nenhuma pergunta. Outra prova difícil, da OBA, fiz de olhos vendados e acertei 17 das 18 e ganhei medalha de ouro, primeira vez na olimpíada. Eu não mereço, não, pelo contrário, eu nem devia ser cogitado para ganhar Altas Habilidades na genética. Eu simplesmente não entendo, não entendo porque eu, que tem os sonhos mais fracos, nenhuma ambição e que desperdiça a vida fazendo nada tem isso e outra pessoa não tem. Porque justo eu? Aprendi a tocar piano sozinho, sou quase fluente em inglês e nunca fiz curso, estou aprendendo japonês e programação, e faço desenhos e umas pinturas de vez em quando. Eu não consigo entender. Até aí, frescura clássica, eu já tô cansado de fazer drama, chega! Bem, como eu fico entediado a única coisa que me deixa entretido ou é conversar com alguém ou irritar alguém, e sabe na desgraça que a segunda opção me fez, não é? Eu me odeio tanto por ter esse pequeno lado sádico, mas eu me odeio mais ainda porque eu sem querer machuco as pessoas e eu faço nada como se eu não me importasse com as outras pessoas mas, não importa, não importa se é um empurrão ou uma discussão, cinco segundos depois eu só queria gritar "desculpe-me" ou "me perdoe" mas eu só seria fraco sendo o cara que pede desculpa a cada cinco minutos. Já teve milhares de vez que qualquer coisa que eu fizesse de errado eu queria pedir desculpa. "Me perdoe por ser ruim; me perdoe por ser falho; me perdoe por existir". Eu início uma discussão e quando eu perco eu continuo para dar um "empate" e eu esperar me sentir satisfeito com o resultado, mas a cada frase que eu recebo eu percebo que tudo isso é em vão e eu tento segurar o argumento apenas para não "perder" e mostrar que sou idiota ou fraco. Eu já perdi a conta de quantas vezes eu repeti as frases na minha cabeça: "Você não vale nada!", "O que você está tentando provar?", "Desista!". Eu não gosto de nada do que eu faço. Eu faço um desenho ruim e uma pessoa fala: nossa, que incrível! Eu faço uma música chata e minha colega fala: que música legal! Eu conto um projeto de Fanfic que eu tinha só que bem ruim e o pessoal comenta: legal, adoraria ver essa história! Eu tenho mil projetos e eu não continuo nenhum, eu dou o meu melhor mas eu não consigo ficar satisfeito com o "meu melhor". Eu dou corpo e alma pra fazer tudo e não chego no resultado que eu quero, e o resultado que eu obtive, foi apenas um fracasso, tempo jogado fora, assim como qualquer coisa que eu faço na minha vida. Visto de fora parece que eu sou bom em muitas coisas mas, não, eu sou ruim em tudo o que eu faço, e isso não vai mudar, não importa o quanto eu tente. Tudo o que eu faço é desperdiçar água chorando de madrugada com o sono desregulado enquanto me encho de comida tentando encher esse falso vazio por afeição que eu nunca obtive, apenas esperando a morte me levar porque eu não tenho coragem de fazer um ato covarde...
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2019.07.02 18:14 convergentemkt Ganhar Seguidores Instagram GRÁTIS: A receita de sucesso

Ganhar Seguidores Instagram GRÁTIS: A receita de sucesso

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A receita para o sucesso que todo o influencer tenta encontrar está aqui neste post.
Confira as estratégias para ganhar seguidores Instagram grátis e faça do seu perfil um êxito.
O Instagram é nos dias de hoje uma das redes sociais com maior autoridade na Internet e são várias as empresas e mais ainda os influencer que tudo fazem para ganhar curtidas e comentários no Instagram.
Obviamente, se está a ler este post é porque tem umas noções de como funciona esta rede social, certo?
A par disso, esta rede social cresceu de um modo impressionante na última década, nunca é demais mencionar que o Instagram tem mais de 800 milhões de usuários ativos, superando assim várias redes sociais conhecidas.
Ou seja,é uma oportunidade enorme para qualquer utilizador que pretenda ganhar sucesso rapidamente.
Portanto, é fundamental saber como comunicar com os seguidores.
Antes disso, é obvio que tem de saber como conseguir seguidores no Instagram e também como os fazer sentir-se conectados com as suas fotos.
Assim, foi a ponderar que a Convergente Agência de Marketing Digital desenvolveu esta publicação para lhe ensinar como ganhar seguidores no Instagram grátis.
Continue a ler para aprender a receita do sucesso com técnicas de Social Media Marketing que ninguém lhe explicou até agora.

O que é o Instagram?

Se é o seu primeiro contacto com este assunto, vamos aproveitar para explicar resumidamente sobre o que é o Instagram e o seu percurso.
O Instagram resumidamente é um aplicativo de uma rede social para telefone. Esta permite aos utilizadores compartilharem as suas fotos e vídeos com amigos e família.
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Esta app é grátis, ou seja, pode baixar sem custos nas lojas de aplicativos habituais – Google Play ou Apple Itunes Com orgulho afirmam que pode ser utilizada em vários modelos de telemóvel desde os modernos aos antigos.
A história desta rede social passa pela vida de dois jovens Kevin Systrom e Mike Krieger os criadores, ambos graduados na Universidade de Stanford.
O Facebook, a gigante rede social de Mark Zuckerberg comprou o Instagram ainda quando esta tinha apenas 200 milhões de usuários em 2012.
Tem como premissa o compartilhamento de imagens, no entanto a sua popularidade vem da funcionalidade de edição de fotografias. Isto, porque uma vez que o usuário tira uma fotografia, o Instagram concede uma quantidade de filtros e edições consideráveis – um dos exemplos mais simples, é poder transformar as suas fotografias como se tivesse utilizado uma Polaroid antiquada.
Este fantástico aplicativo permite a criação de perfis pessoais e empresariais, e permite ser conectado a outras redes sociais, como o Facebook e Twitter, tendo como resultado o compartilhamento das suas fotografias em outras plataformas à distância de um clique.

Ganhar comentários no Instagram

Sabia que o Instagram já não tem o feed de notícias cronologicamente organizado. As imagens agora são organizadas com base no engajamento.
Pois bem, se os seus posts tiverem mais comentários e gostos, garantidamente vão aparecer na zona de maior alcance visual. Obviamente esta ação irá aumentar ainda mais esse envolvimento criando a dita sintonia com os usuários e seguidores.
Ao ganhar comentários no Instagram também indica que a sua estratégia é eficiente nas redes sociais. Isto, porque há algo comum a todas, o seu fundamento é criar envolvimento e isto inclui gostos, partilhas, repins, retweets, etc.
É incrível como um clique significa tanto.
Mas quando o assunto é comentário, aí requer um pouco mais de trabalho, planeamento e investir tempo. Assim, se está a receber mais comentários, isso demonstra que os seus seguidores adoram o seu conteúdo.
Portanto, vou mostrar-lhe as várias técnicas que pode utilizar para ganhar comentários no Instagram

1. Pedir comentários na legenda

Utilizar os call-to-action ou chamadas à ação, estas tiveram de certo modo um resultado positivo nas atualizações das redes sociais. Alias, descobriram que tweets com as palavras “Please ReTweet” e “Please Follow” têm mais conversão do que quando não as utilizam.
Por sua vez, as publicações do Facebook que contêm a palavra “Goste” têm como resultado mais gostos do que aquelas que não utilizam.
E assim, aquelas publicações que têm a palavra “comente” também acabam por ter mais comentários que as que não têm.
Conclusão, se quiser obter resultados semelhantes no Instagram, pode adicionar na sua legenda algo como “quero saber a sua opinião”, “deixe o seu comentário”. Se prefere não pedir diretamente, pode colocar algumas questões de vez em quando.
Deixo um exemplo de uma publicação onde a marca @mcdonaldsportugal não pede diretamente aos utilizadores, mas optou por colocar uma questão simplificando a resposta com duas escolhas. Como resultado, ajudou a publicação a obter um maior número de comentários como pode verificar.
https://www.instagram.com/p/BuV8OfCA1Hj/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet

2. Fazer perguntas com a sobreposição de texto

Se pretende obter mais respostas às suas perguntas, pode utilizar texto sobreposto à sua imagem invés de escrever na descrição.
Lembre-se o Instragram é uma rede social que funciona fundamentalmente à base do sentido visual. Os usuários utilizam esta mídia social para visualizar imagens bonitas e atraentes. Confira a publicação que damos como exemplo, a imagem ocupa a maior parte do espaço disponível, enquanto a descrição apenas ocupa uma fracção.
Assim sendo, se quiser aumentar a quantidade de pessoas a ler a sua pergunta e responder com comentários, deve adicionar sempre à imagem.
Claramente pode também reforçar na legenda.
Ao realizar esta ação tenha cuidado para não tirar a beleza da imagem, proporcionando o efeito contrário ao que pretende, existem imagens que simplesmente não ficam bem com texto sobreposto.

3. Responda aos comentários

Como já referido em cima, quando os usuários fazem um comentário, é necessário perderem mais tempo que colocar um simples gosto. Eles precisam de refletir e também escrever.
Então, partindo desta premissa “o esforço que o utilizador teve para comentar a sua publicação”, é sempre bom também retribuir, agradecendo-lhes o seu comentário e responder caso surja alguma pergunta. Esta ação só vai fortalecer a sua relação com os seus seguidores.
Contudo, vamos supor que não tem muito tempo. No mínimo responda a alguns deles.
São vários os digital influencer que respondem regularmente aos comentários feitos nas suas publicações do Instagram. Obviamente perceberam que é uma das ações mais vantajosas para ganhar comentários no Instagram.
Esta técnica que vem aí… é infalível!

4. Criar concursos de comentários como “Identifique para Ganhar”

Se está em uma luta constante para ganhar comentários nas suas publicações, pode desenvolver um concurso “comente para ganhar” ou “identifique para ganhar” são estratégias que impulsionam o seu perfil.
Este tipo de estratégia digital funciona da seguinte forma:
  • Comente para ganhar – Todos os usuários precisam de deixar um comentário apelativo e com significado nas suas publicações ou em uma publicação em particular.
  • Identifique para ganhar – Neste caso os utilizadores têm de identificar um amigo no comentário.
Sinceramente, ambas as estratégias são eficientes em ganhar comentários no Instagram e de modo orgânico.
Como resultado, terá uma enorme quantidade de comentários, especialmente com identificações de outros potenciais seguidores e que possivelmente também vão participar no concurso, tornando-se assim numa “bola de neve”.
Tome como exemplo a publicação da @maquibeauty.pt
https://www.instagram.com/p/BwZ79XFFD\_f/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet
Para participar neste concurso, os usuários precisavam de seguir dois perfis no Instagram e convidar dois amigos. Como pode verificar esta publicação teve mais de 2.000 comentários. Um pequeno detalhe, já reparou que tem mais comentários do que gostos?
Sem querer destacar o facto de terem ganho uma quantidade enorme de seguidores no Instagram.

Ganhar curtidas no Instagram

Sabia que de acordo com o estudo realizado pela Apache Maven, você em média recebe 1 comentário por cada 33 gostos. Portanto, se tiver o seu foco em ganhar curtidas e aumentar esse número, naturalmente vai ganhar comentários também.
Deixamos aqui algumas outras estatísticas do estudo realizado pela Apache Maven para o ajudar a ganhar curtidas no Instagram.
Esta dica é de facto muito boa!
O filtro Mayfair, Sem filtro e Inkwell funcionam melhor que os restantes.

https://preview.redd.it/a42f90z20x731.jpg?width=724&format=pjpg&auto=webp&s=9953c6e7b68645b213d2018d930289f2e6fabe16
O estudo descobriu que ao utilizar estas três opções (pela ordem de preferência mencionada) nas suas imagens vai aumentar o número de interações, logicamente estamos a supor que as imagens preencham alguns requisitos: qualidade, bonita e de fácil perceção.
Isto porque, foi com esses requisitos e filtros que houve maior número de interação entre imagem e usuário.

1. Utilize as hashtag para Instagram

As hashtag são uma forma de etiquetar ou catalogar o conteúdo no Instagram, bom obviamente também serve para ganhar seguidores.
Sugiro que utilize no mínimo 11 hashtag é a quantidade certa para obter mais interação e não ficar com uma descrição com ruído visual.
Então, não tenha receio de diversificar as hashtags, escolha sobretudo as mais populares e relevantes para obter melhores resultados.
Tente sempre usar hashtags que também tenham relação direta com a sua imagem.
Imagine, se está publicando uma imagem genérica que muitos utilizadores vão achar interessante, pode usar algumas destas hashtags:

Popular

#fun #instagramers #food #smile #pretty #followme #nature #lol #dog #hair #onedirection #sunset #swag #throwbackthursday #instagood #beach #statigram #friends #hot #funny #blue #life #art #instahub #photo #cool #pink #bestoftheday #clouds
#amazing #followme #all_shots #textgram #family #instago #igaddict #awesome #girls #instagood #my #bored #baby #music #red #green #water #harrystyles #bestoftheday #black #party #white #yum #flower #2012 #night #instalove #niallhoran #jj_forum

Party

#party #partying #fun #instaparty #instafun #instagood #bestoftheday #crazy #friend #friends #besties #guys #girls #chill #chilling #kickit #kickinit #cool #love #memories #night #smile #music #outfit #funtime #funtimes #goodtime #goodtimes #happy

Instagram

#instagrammers #igers #instalove #instamood #instagood #followme #follow #comment #shoutout #iphoneography #androidography #filter #filters #hipster #contests #photo #instadaily #igaddict #TFLers #photooftheday #pics #insta #picoftheday #bestoftheday #instadaily #instafamous #popularpic #popularphoto

Funny

#funny #lol #lmao #lmfao #hilarious #laugh #laughing #tweegram #fun #friends #photooftheday #friend #wacky #crazy #silly #witty #instahappy #joke #jokes #joking #epic #instagood #instafun #funnypictures #haha #humor
Vem aí outra dica interessante,
Como encontrar as melhores hashtags, nem sempre é fácil, principalmente para quem é novato neste meio. Existe imensas plataformas que disponibilizam gratuitamente um gerador automático de hashtags para Instagram, consoante o termo que aplicar, basta pesquisar no Google por “find hashtags”.

2. Publicar ao domingo

A Sprout Social realizou um estudo onde faz referência ao horário com maior engajamento e podemos verificar que Quinta-feira é o melhor dia em termos Globais, ou seja sem orientação de nicho ou segmento.
Assim sendo, pode existir determinado nicho que não coincida com esta informação.

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Se tem uma conta nova ou não tem muitas publicações no seu feed, aproveite esta dica e comece a atualizar o seu perfil com as fotografias mais relevantes à Quinta-feira.
Caso, publique diariamente e não tem resultados, existe ferramentas de gerenciamento para Instagram onde você agenda os seus posts para sair no momento certo, evitando o percalço de não conseguir publicar naquele dia e determinada hora.

3. Identificar usuários nas imagens

Esta dica é avassaladora, sabia que identificar contas relevantes na sua publicação tem um enorme potencial para aumentar o engajamento?
Embora as tags não funcionem do mesmo modo que as hashtags, elas têm um propósito semelhante: aumentar o alcance da publicação.
Esta dica foi partilhada na sequência de emails do Blog Publicidade e Marketing em como ganhar seguidores no Instagram: de 0 a 20k, onde explicam passo a passo, sensacional!
Achamos tão óbvio e ao mesmo tempo… damn… porque não pensamos nisto antes!
Basicamente assim que publique a sua imagem, identifique com destaque contas relevantes como produtos ou marcas, influenciadores do mesmo nicho, ou utilizadores que possam ser relevantes para a sua publicação.
Incrivelmente, isto terá um resultado incrível no algoritmo do Instagram, pois será visto como conteúdo relevante. Além disso vai aumentar a probabilidade dos seguidores e de quem explora o perfil identificado ver a sua imagem.
Mas cuidado! Tal como acontece com as hashtags, há um risco de se tornar spammer se utilizar esta estratégia regularmente sem razão aparente.
Use, mas não abuse!
Tente criar empatia com o utilizador identificado, mostre que não é um simples hack para ganhar likes no seu perfil de Instagram.

4. Conecte seu Instagram às outras redes sociais

Uma dica extremamente simples, e que não exige tanto esforço, alias vai rentabilizar o seu tempo e aumentar o alcance das suas publicações. Então melhor que divulgar em uma rede social de sucesso é propagar por várias outras redes sociais.
Para isso, basta aceder à área de opções do aplicativo, escolher “contas vinculadas” em Configurações e selecionar as redes sociais da sua preferência.
Pode ainda, compartilhar as suas fotografias em outras plataformas como Flickr, Tumblr, Swarm, Ameba e outras. Tudo isto com a premissa de “aumentar o alcance das publicações” e obviamente a oportunidade de ser descoberto por outros utilizadores.
Não desespere! A melhor parte está a chegar.

5. Capture fotografias interessantes!

Um outro fator que faz toda a diferença no captar atenção dos utilizadores do Instagram é a qualidade das fotos, conforme já mencionamos em cima nos requisitos mínimos.
Pois, é verdade!
O Instagram sendo uma rede social de sentido visual, não seria de esperar que a qualidade da imagem seja um fator relevante para ganhar seguidores no Instagram.
Não tenha receio de explorar ângulos, em experimentar a iluminação ou evitar captar uma foto pela falta de excelência em determinado momento.
Este pequeno pormenor pode resultar em curtidas e inclusive chamar atenção de quem explora o feed.
Pode também organizar o seu perfil com alguma coerência de cor, tornando a sua galeria de imagens em um padrão de cor sólido conforme os exemplos que se seguem:

https://preview.redd.it/nmijq5h70x731.jpg?width=724&format=pjpg&auto=webp&s=d60a15282bcdba6d8bd341307a40c761ff22e8ff

6. Marque a sua presença nas Redes Sociais

Já pensou o quanto é importante estar presente nas redes sociais? Certamente sabe e por isso leu este artigo até aqui.
Por sabermos que pretende aumentar o seu alcance nas mídias sociais, vamos detalhar ainda mais o artigo a partir daqui… como dissemos na introdução, este artigo “como ganhar seguidores no Instagram” tem informações que ninguém vai compartilhar.
Tudo isto é resultado de muita pesquisa, sobretudo experimentos e claro, muita vontade em compartilhar conhecimento.
Voltando ao tópico…
A sua presença nas redes sociais é importante para manter os utilizadores e seguidores interessados no conteúdo que publica. No entanto, não adianta ter o perfil mais bonito, ter bons comentários, muitos gostos e só abrir a rede social uma vez por semana.
A razão é simples… agora tudo funciona lindamente, mas vai cair a dado momento, a taxa de engajamento tem de ser cuidada, deve-se relacionar, criar empatia, resumidamente – estar presente!

7. Aprenda com a concorrência

Conhece aquela sensação de quando visualiza uma publicação de excelente resultado e você acha que podia ter feito melhor?
É isso mesmo! Aprender com os erros dos outros é uma excelente estratégia de como ganhar seguidores no Instagram, e assim poder aplicar uma nova abordagem no mesmo contexto obtendo melhores resultados.
Não poupe nas curtidas nas imagens de outros utilizadores, comente sempre que tenha um serviço ou produto relevante, partilhe o seu conteúdo de forma contextualizada e fundamentalmente mantenha um bom ritmo.
De igual modo, também pode compartilhar imagens de outros perfis do seu nicho que sejam autoridade. Esta ação pode criar uma oportunidade de empatia, nunca se sabe…

8. Crie constantemente o engajamento

As suas imagens não vão receber comentários ou gostos se evitar tomar iniciativa.
Dito isto, tome iniciativa e estimule a vontade dos utilizadores. Goste, comente e identifique as imagens que encontrar.
Dê preferência às publicações que se relacionem com o seu nicho, esta é uma boa alternativa para criar empatia com alguns usuários do Instagram. Conforme em suma é importante perder tempo a comentar para que os outros utilizadores também lhe deem valor.

9. Varie no conteúdo

Variar o conteúdo é uma excelente adição ao seu perfil, experimente outros formatos de publicação, tem como alternativa o vídeo que possui a mais alta taxa de interação, três vezes mais que as imagens de alta qualidade.
https://www.instagram.com/p/BuM7Gn-HOSe/?utm\_source=ig\_web\_button\_share\_sheet
Resumindo, capriche nas publicações e vai certamente ganhar seguidores e ter um perfil de sucesso.
A falar de sucesso vou partilhar alguns bons exemplos agora de seguida.

Quem tem mais seguidores no Instagram

Pois, não podíamos escrever um artigo sobre ganhar seguidores no Instagram sem mencionar quem tem mais seguidores nesta rede social.
Neste top vai encontrar perfis de Portugal e Brasil.
Este é o top de quem tem mais seguidores no Instagram, sabia que se possuir uma boa quantidade de seguidores pode ganhar dinheiro com isso?
Só para ter uma ideia, o Cristiano Ronaldo, por exemplo, ganha 1.5 milhão de euros por uma publicação patrocinada.
Pois, é assim nada fácil… mas dá para entender o conceito! Por alguma razão quer ganhar seguidores no Instagram, e encontrou este artigo.
Pode acreditar que estamos juntos nesta jornada!
Está a chegar mais umas dicas bombásticas.
Seja persistente!

Comprar seguidores Instagram

Acreditamos que o seu conteúdo até é excelente, mas o seu perfil estagnou! Consegue imaginar que resultados teria se a sua conta tivesse 10 mil ou 20 mil seguidores?
Se o seu objetivo é ganhar dinheiro com o Instagram ou ser reconhecido nas redes sociais, pode parecer uma tentação comprar seguidores.
Pois bem, existe uma infinidade de serviços disponíveis na Internet que concedem a aquisição de seguidores pelo preço de um café expresso.
Vamos refletir um pouco… ninguém é assim tão inculto.
Obviamente as marcas conseguem facilmente perceber se o seu perfil é manipulado. Ou seja, se pretende ganhar dinheiro com o Instagram tem de optar por ganhar esses seguidores como se fosse um Expert na matéria, através da premissa “engajamento”.
Por essa razão, vamos responder a todas as dúvidas que nos têm colocado sobre comprar seguidores do Instagram, proporcionando-lhe uma reflexão sólida sobre o que é melhor para si, e não estamos a desaconselhar a utilizar alguma ferramenta, até pode utilizar, mas com sabedoria!
Leia com atenção.

Posso comprar seguidores do Instagram?

Com certeza, pode comprar seguidores do Instagram. Com uma rápida consulta no Google e vai encontrar imensos pacotes, extremamente baratos.
De salientar que grande parte desses seguidores são bots ou contas inativas, isto significa que nunca vai criar empatia com as suas publicações, pois… se leu o artigo em cima, isto não será muito vantajoso.
Alguns desses pacotes estão disponíveis entre € 5,35 ($6 USD) a €8,92 ($10 USD) para ganhar de 500 a 1.000 seguidores. Vale a pena referir novamente, quando está a comprar esse tipo de seguidores está a pagar por um número no seu perfil, apenas isso.
Agora sim, vem a opção que achamos mais eficaz e muitas das celebridades utilizam.
Sim leu bem!
Já lhe deve ter acontecido alguma celebridade ou autoridade do seu nicho seguir o seu perfil e após uns dias deixou… pois… é exatamente uma das funcionalidades do aplicativo que vamos descrever agora.
Pode pagar por serviços onde escolhe estrategicamente as contas que são mais indicadas para criar empatia com os seus seguidores, isto através de uma filtragem de preferências (hashtag, localização e tipo de conta).
Sem dúvida, é a forma mais inteligente de ganhar seguidores no Instagram.
Ao utilizar esta opção, os seguidores que vai adquirir são pessoas reiais e geralmente ficam engajados, já fizemos o experimento e obtivemos excelentes resultados, alias… até recomendamos este tipo de serviço porque de facto é surpreendente.
Bom, retornando ao tema, se a sua prioridade é somente ter uma enorme quantidade de seguidores opte por comprar seguidores, se procura aumentar o engajamento do seu perfil e ganhar seguidores do Instagram de forma gradual, opte pela última opção.
A razão é simples, você iria seguir um perfil onde visse que tinha 20 mil seguidores e nas publicações 20 gostos e 0 comentários?
Pois… não demonstra credibilidade nenhuma e claramente não vai ganhar dinheiro pelo Instagram, as marcas percebem de imediato que não vão obter o retorno de investimento através da sua conta.
Opte por contratar um serviço de gestão de contas do Instagram. Assim, é lhe garantido uma performance real no seu perfil.
Assim sendo, nada como contratar o melhor serviço de gestão de redes sociais em Portugal e Brasil, a Agência especializada em Marketing Digital – Convergente.
Trabalhamos desde a criação de conta à sua gestão, peça um orçamento sem compromisso!

Conclusão

Conclusão, com este artigo já sabe como criar uma conta de Instagram de sucesso com uma legião de fãs.
Deixando aqui algumas notas, não se esqueça que o mais importante é interagir com os seguidores. Dê valor ao tempo que eles têm em gostar, comentar e sobretudo seguir o seu trabalho e seja consistente na mensagem que quer passar.
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2018.12.19 00:06 Superbit123 A detailed simple guide for Pundi X in Spanish language.

Website; https://www.bitcobie.com/pundix/
Extracted from site below;
¿Qué es Pundi X?
Comprar criptomonedas debería de ser tan fácil como comprar una botella de agua. Esta frase es el eslogan oficial de Pundi X y no hay una frase que defina mejor al proyecto ni el camino que deben coger las criptomonedas para llegar a una adopción masiva.
A principios de 2018, justo cuando se empezó a desinflar el mercado tras el espectacular rally del 2017, Pundi X cumplía con las expectativas y consigue recaudar en su ICO 35 millones de dólares en apenas 90 minutos.
No era para menos ya que Pundi X puede convertirse en una pieza clave para el éxito de todo el ecosistema blockchain. Lo interesante de este proyecto es que se puede convertir en el puente perfecto para que el resto de las criptomonedas lleguen a billones de personas que de otra manera tardarían mucho más en conocerles.
Comprar criptomonedas debería de ser tan fácil como comprar una botella de agua.CLIC PARA TUITEAR
Las aspiraciones de esta ambiciosa empresa son el desplegar una gigantesca red de puntos de venta con la que facilitarían el acceso a la criptoeconomía a entusiastas, comerciantes y cada vez a más usuarios para así llegar lo antes posible a una plena adopción de las criptomonedas.
Este proyecto de origen indonesio nace también con un gran propósito, que es el de dar acceso a servicios financieros a la población desbancarizada de indonesia que es una inmensa mayoría. Ese mismo modelo lo podrán replicar en zonas de África y Sudamérica, sin duda es un nicho de mercado prácticamente infinito.
Pundi X ofrecerá también a los usuarios un monedero simplificado y es que la fortaleza de este proyecto es la debilidad de muchos otros, la larga y costosa curva de aprendizaje del usuario medio es lo que pone más barreras a la entrada de nuevas personas al criptomundo, con Pundi X esta curva se hace mucho más pequeña y llevadera.
¿Quién es quien en el equipo de Pundi X?
Para mucha gente el equipo de Pundi X es de los más activos que existen y el trabajo en el proyecto es constante, además de eso es un equipo muy abierto a la comunidad y lo han demostrado con numerosos ejemplos en los que se han atendido peticiones de los usuarios en beneficio del proyecto.
Su CEO y cabeza visible es Zac Cheah, formado en diversas universidades tecnológicas y con una amplia experiencia en el ámbito de los videojuegos, ha trabajado en Google y en Opera. No duda en moverse por todo el mundo para mostrar las posibilidades de Pundi X a curiosos e inversores.
Pitt Huang es su CTO/COO, emprendedor desde muy temprana edad vendió su primera empresa a los 25 años, es un apasionado de los gadgets y una figura muy importante para PundiX, igual que su presidente Constantin Papadimiriou, que cuenta con una dilatada experiencia en el ámbito del Fintech.
El CFO de PundiX, Danny Lim, es un experto financiero con experiencia laboral en Lenovo o Baidu. El equipo lo cierra David Ben Kay, que es el encargado de que todos los ámbitos legales y normativos se cumplan. David estuvo dentro de la Ethereum Foundation, en Microsoft China y se graduó en la universidad de UCLA.
Este equipo se complementa con una infinidad de embajadoresrepartidos por todo el mundo que hace una labor diaria de acercamiento a la comunidad, recientemente se ha nombrado a Joao Victor representante de PundiX en Latinoamérica, a Liko Yosafat como una de las personas más activas dentro de Pundi X o a Gerhard Drobits, responsable de PundiX en Europa.
¿Cuales son las alianzas de Pundi X?
La naturaleza del proyecto de PundiX permite que para los grandes actores del criptomundo les sea muy atractivo remar al costado de este gran proyecto. Ahora mismo entre las filas de asociaciones con PundiX se encuentran empresas como Binance, Nem, Verge, Qtum, Stellar, Achain, ZCash, Utrust o Fintech Indonesia entre muchos otros.
Se rumorea también por internet que Pundi X pudiese tener entre parte de sus advisors a gente de McDonalds Indonesia o Nike, de eso no hemos podido confirmarlo así que lo dejaremos como un simple rumor, pero sin duda es cuestión de tiempo que grandes empresas se sumen a la revolución de las criptomonedas.
¿Qué es NPXS?
NPXS es el actual token de Pundi X, un token ERC20, funciona en la blockchain de Ethereum y es el gas de la plataforma PundiX y el que garantiza su funcionamiento.
En un principio el token de Pundi X era PXS, pero tras recibir innumerables peticiones por parte de la comunidad de realizar una fracción mayor del mismo la comunidad decidió realizar un swap, en el que el usuario que enviaba un PXS recibiía 1.000 NPXS. De esa manera las métricas de Pundi X se convirtieron en algo más coherente para el correcto funcionamiento del XPOS, la joya de la corona.
Es muy importante que conozcas la naturaleza real del token NPXS, ya que no fue ideado para convertirse en un medio de pago, si lo fue Pundi X, el token NPXS es la gasolina del XPOS y el elemento con el que se podrá interactuar tanto con la empresa como con las funciones del punto de venta.
Podrás observar que el número total de tokens de Pundi X es bastante mayor que el de la mayoría de criptomonedas, algunos eso lo ven como un freno a una subida considerable de su precio, pero la realidad es que si el supply fuera más bajo quizás se quedaría corto una vez desplegada toda la rede de puntos de venta, que es el propósito por el que trabaja el equipo de Pundi X.
¿Cómo funciona el airdrop de Pundi X?
Mucha gente llega a este proyecto por su airdrop y es que parte de la distribución planteada por Pundi X en su Whitepaper es la de desbloquear los tokens en beneficio de sus holders progresivamente todos los meses, así quedó fijado que durante el 2018 se daría cada mes un 7,316% sobre los tokens que hubiese en cada wallet de Pundi X, incluso estando en la mayoría de exchanges, aunque no en todos en los que se pueden negociar.
Este porcentaje se reducirá en 2019 al 2,11637% y al 0,88187% a partir de enero del 2020, dando por finalizada la distribución del token de Pundi X el 31 de enero de 2021.
Este sistema que a priori es muy atractivo para el poseedor de Pundi X a largo plazo se convirtió a mediados de 2018, en pleno mercado bajista, en un arma de doble filo para el holder ya que la sencillez de obtener los tokens atrajo a más especuladores de los que podría soportar el proyecto.
El sistema de distribución antiguo solo requería tener tokens de Pundi X tres horas antes del snapshoot y tres horas después. Esa cantidad es la que determina cuantos tokens tenía tu wallet y acto seguido al cabo de unos días recibías tu recompensa por aguantarlos.
Este sistema provocó que un gran número de personas compraran masivamente NPXS antes de la foto y vendieran inmediatamente después ya que una vez hecha esta, recibirían igualmente los tokens que les corresponde, esos tokens por supuesto se vendían nada más llegar para arañar BTC o ETH, convirtiendo a Pundi X en un “proyecto escalón” vapuleado por grandes especuladores que perjudicaban al fiel holder de Pundi X.

Revisando el sistema de distribución de tokens
Una vez más el equipo decidió escuchar las numerosas peticiones de revisar el sistema de distribución de los tokens de PundiX y propuso a votación en agosto del 2018 un nuevo sistema, que, aunque no es totalmente perfecto, es inifinitamente más justo con el holder de Pundi X que el anterior.
El nuevo sistema hace una media de los tokens que tienes durante todo el mes en tu monedero, de tal manera que para recibir el 7,316% total de 1 NPXS este tiene que estar 30 días en tu poder, de no ser así te corresponde la parte proporcional a los días que lo hayas guardado. La nueva formula es la siguiente:
(La cantidad más baja de tokens NPXS del mes X 10%) + (la cantidad promedio diaria de NPXS X el resto de los días de retención X 90%)
Para que lo entiendas mejor, te planteamos tres ejemplos:
Ejemplo 1:
Imagina que a principio de mes tienes 2.000 NPXS, decides vender 1.000 NPXS el 15 de agosto y vuelves a comprar 1.000 el 30 de agosto. Realmente solo hay dos transacciones en tu monedero ese mes y el número de tokens es el mismo al final de mes, pero durante 14 días sólo has tenido 1.000 NPXS, por lo tanto:
(1000 x 10%) + {[(2000 x 14 días) + (1000 x 14 días) + (2000 x 2 días)] / 30 días} X 90% = 1480
Los tokens desbloqueados que recibirás serán alrededor de 108 NPXS (1480 X 7.316% = 108)
Ejemplo 2:
Si no tenías ningún NPXS a principio de mes y decides comprar 2.000 NPXS el 30 de agosto, sólo has tenido tokens de Pundi X 2 días, por lo que entiende la comunidad que no es justo que recibas lo mismo que alguien que los ha tenido todo el mes, por lo tanto con el nuevo sistema el calculo sería:
(0 x 10%) + {[(2000 x 2 días + 0 x 28 días) / 30 días] X 90%} = 120
120 X 7.316% = 8
Los tokens desbloqueados que recibirá serán aproximadamente 8 NPXS.
Ejemplo 3:
Si el número de tokens de tu monedero no varía en todo el mes, es decir tienes 2.000 NPXS y no haces ningún movimiento lo que recibirás es lo siguiente:
(2000x 10%) + [(2000 x 30 días) / 30 días] X 90% = 2000
2000 X 7.316% = 146
Recibirá alrededor de 146 NPXS
Reparto equitativo de tokens
Como puedes observar este sistema reparte de una manera equitativalos tokens en función a los días que los mantienes en la cartera, por lo tanto si tu idea es acumular y recibir el total del airdrop mensual es importante que compres los tokens antes de las 23:59:59 SGT (GMT+8) del último día de mes, para recibir el mes siguiente el porcentaje total de la distribución de tokens de Pundi X.
Este reparto entrará en funcionamiento a partir de septiembre del 2018, el equipo aún no sabe si por dificultades técnicas las casas de cambio harán correctamente ese reparto por lo tanto recomiendan fervientemente mantener los tokens de Pundi X en una wallet ERC20 en la que tengas el control de tus claves privadas.
En un nuevo comunicado el equipo ha anunciado el día 28 de agosto del 2018 que los exchange Binance y OkCoin Korea soportarán el nuevo sistema de airdrop.
(Nosotros en Bitcobie te lo recomendamos inclusive si los exchanges hiciesen el reparto correctamente ya que, sin control de tu clave privada, no tienes realmente nada)
Cómo invertir en PundiX sin morir en el intento
PundiX actualmente es un token ERC20, por lo tanto, funciona en la blockchain de Ethereum y como todos los tokens ERC20 se puede almacenar en una wallet compatible con esa tipología de tokens. Por lo cual, el primer paso que tienes que realizar es el de elegir bien donde vas a almacenar tus NPXS.
El equipo de Pundi X (y Bitcobie) te recomienda fervientemente que almacenes tus tokens NPXS en una wallet en la cual controles las claves privadas, bien puede ser en MyEtherWallet, usando la interfaz de Metamask o en tu Ledger Nano, siempre en función a la seguridad con la que quieras trabajar.
Lo que no es recomendable y no sólo por no recibir correctamente el airdrop con el nuevo sistema, es almacenarlas en un Exchange. No olvides que si lo haces de esa manera no tendrás el control de tu clave privada por lo tanto serás vulnerable a los hackeos de estas páginas pudiendo perder todos tus fondos.
Una vez elegido el recipiente es importante que te hagas con Bitcoin o Ethereum para intercambiarlo por Pundi X, actualmente no hay ninguna casa de cambio que acepte el cambio directo entre Pundi X y dinero FIAT. Para eso las opciones recomendadas suelen ser Coinbase, Localbitcoins o si resides en España, Bit2me, una página que realmente pone muy fácil al usuario el acceder a sus primeras criptomonedas.
La verdadera revolución de Blockchain llegara cuando mejore al menos 10 veces lo que tenemos hasta ahora.CLIC PARA TUITEAR

Cuando tengas la cantidad deseada de Ether o Bitcoin, deberás mandarlos a la casa de cambio de tu elección que permita el intercambio de esas criptomonedas por Pundi X, actualmente puedes hacerlo en: Binance, Latoken, Hotbit, Coinnest, Bitbns, CoinBene, Coinrail, Gate.io, Tidex, Tokenomy, Bit-Z y Radar Relay (por orden de volumen diario)
Una vez hecha tu compra llega el momento de decidir enviarlos o no a la wallet que has escogido previamente, nuestra recomendación es que te fijes siempre en las comisiones que te vayan a cobrar las casas de cambio, hay ocasiones en que, si la cantidad adquirida es muy pequeña, la comisión se come demasiada parte del lote.
Si tu idea es tradear con Pundi X, lo mejor es que lo mantengas en el Exchange de tu elección para poder disponer de ello cuando sea necesario, aunque si ese va a ser tu camino, a partir de septiembre podemos decir que el airdrop para ti será totalmente testimonial ya que buscarás beneficios por otra vía que no es la del holder.
¿Qué es NPXSEM y en qué se diferencia de NPXS?
Este punto es delicado para algunos de los inversores de Pundi X, pero nada más lejos de la realidad. Pundi X llegó un acuerdo con NEM para desarrollar también sus XPOS en la blockchain de NEM, este acuerdo implica la distribución de 20.000 dispositivos en tres años (las previsiones para Pundi X son de distribuir al menos 100.000 dispositivos en tres años)
Esta versión del token no divide al proyecto ya que el proyecto siempre ha sido NPXS, en el caso de NEM es simplemente un cliente del proyecto, ya que toda la investigación y desarrollo del equipo de Pundi X se centra en NPXS. Además, todas las funciones del XPOS se realizarán con NPXS y el uso del XPOS basado en NEM también quemará tokens NPX.
Si has llegado aquí para saber de uno y de otro proyecto, lo que tienes que tener claro es que el que actualmente tiene más volumen, más equipo, más distribución y mayor proyección es NPXS, el otro token es independiente de los logros del primero.
La blockchain de Pundi X, f(x)
Uno de los anuncios más importantes de Pundi X desde su lanzamiento ha sido el de su futura blockchain. Una vez lanzada Pundi X dejaría de depender de la red de Ethereum o Nem, y pasaría a ser un agente muy poderoso en el criptomundo y teniendo en cuenta las aspiraciones de convertirse en el puente entre el mundo real y el criptomundo, era necesario dar un paso así.
Internet cambió por completo todas las capas del mundo. El TCP/IP se convirtió en el estándar de comunicación y empresas como Cisco o IBM fueron las encargadas de colocar las tuberías y engrasar la maquinaria que ejecutaría esos protocolos. Internet propició un mecanismo de información tan rápido que han permitido a Google, Facebook o Amazon terminar prácticamente con la industria tradicional de comunicación e información. ¿Puede blockchain convertirse en el próximo internet?
Zac Cheah, CEO de Pundi X Labs, ve la revolución de blockchain en tres fases. Bitcoin fue la carta de presentación al mundo de lo que eran las criptomonedas. Ethereum nos enseñó como construir activos descentralizados, los miles de altcoins que conocemos. La tercera fase de la revolución es lo que tantas compañías Blockchain anhelan, llevar el rendimiento de la cadena de bloques a un nivel completamente superior al de la industria tradicional e internet.
Para llegar a ese punto, es necesario que blockchain mejore al menos 10 veces lo que tenemos hasta ahora. En otros momentos revolucionarios, Disquetes, VHS, fibra óptica, han demostrado que esa mejora es esencial en la ecuación si se pretende cambiar un estándar.
Velocidad x10
Actualmente Visa puede ejecutar entre 7.000 y 20.000 transacciones por segundo, TPS. Cualquier cadena de bloques que ofrezca pequeños múltiplos de mejora no desplazará un sistema tan robusto como el de Visa o MasterCard. Una mejora de 10x significa que tendríamos que conseguir 200.000 TPS. Hay varias compañías que pretenden conseguir ese punto, incluso algunas dicen haberlo conseguido, al menos sobre el papel.
PundiX pretende conseguir esa mejora no sobre su whitepaper, sino en aplicaciones reales, ya que de otra forma el resto sería palabrería. La pregunta entonces es si Pundi X puede llegar a esos números o superarlos de manera realista.
Habría que analizar por puntos. El sharding es el proceso de dividir una red global en partes de una red local. Cada red local se hace cargo de un consenso de dos tercios para que una transacción en particular se verifique en la red local para luego transmitirse a la red global.
Esto es uno de los métodos en el que las compañías de blockchain están trabajando muy fuertemente, Pundi X es una de ellas ya que uno de los problemas actuales es que si una blockchain actualmente tiene 21 nodos (por ejemplo) y tarda un segundo para confirmar una transacción, en el momento en el que tenga 210 nodos, tardará 10 segundos en verificar por consenso esa transacción.
Por lo tanto, Pundi X pretende convertir en un nodo cada XPOS que distribuya, de esa forma con el Sharding, conseguiría tener una blockchain con 100.000 nodos, que mediante el sharding conseguiría una velocidad de TPS envidiable.
Escalabilidad x10
Cuanto mayor escalabilidad, más negocios se pueden tener. En blockchain eso está más patente que nunca, en este caso dependemos del código y de los nodos. Actualmente Ethereum es la blockchain con mayor número de nodos, pero quizás no por mucho tiempo. PundiX tiene como objetivo implementar 100.000 XPOS en todo el mundo que actuarían como nodos de la red de PundiX, eso en tres años.
Consenso x10
Muchas veces llegar a un consenso es un gran problema, como en la vida, cuanto más grande es la población más lento es llegar al consenso. Si un pequeño grupo puede decidir por el grupo mayor en un parlamento, el consenso se puede acelerar, ¿pero de qué manera sabemos que hemos elegido bien al grupo que nos gobierna?
PundiX propone que de sus 100.000 XPOS se elijan aleatoriamente el 1% de los nodos para tomar una decisión, pero señala la necesidad de que los nodos no sean de una misma región, ya que eso haría que el consenso no fuese del todo efectivo. Si cumple con su objetivo de distribuir sus XPOS por todo el mundo conseguirá aumentar la velocidad del consenso a la vez que garantiza su descentralización.
Apertura x10
La Blockchain de Pundi X se está construyendo para que todas las blockchains públicas puedan trabajar en ella. Pretenden que desarrolladores puedan crear dAps que se incluirían en la blockchain de Pundi X, los minoristas de XPOS podrán descargar actualizaciones y expandir su oferta a los consumidores, o incluso se podrán desarrollar Smart contracts que permitan una conexión total entre usuarios de Pundi X y emisarios.
F(dApps)
Los desarrolladores especializados en Android podrán desarrollar aplicaciones en f (x) y por ende en el XPOS, de la misma manera que lo hacen con las apps para Android. Habrá una DApp store que permitirá cargar aplicaciones desarrolladas para el XPOS e instalarla en el dispositivo del comerciante, como si de un Smartphone se tratara. El XPOS además servirá de nodo neutral para que otras blockchains puedan desplegar aplicaciones propias.
¿Qué es el XPOS?
El XPOS es la joya de la corona de Pundi X, sin duda es la pieza con la que pretenden revolucionar la revolución que supone para el mundo la tecnología Blockchain. Este aparato, que recuerda por su forma a un datafono permite que la interacción con las criptomonedas sea algo sencillo para el usuario ya que podrá pagar con tarjeta de crédito, con XPASS, con Apps para adquirir criptomonedas o incluso usar estas últimas para intercambiarlas por bienes y servicios.
La implementación de este dispositivo no es meramente comercial, ya que cada uno representará un nodo en la futura blockchain de Pundi X, por lo tanto, son una pieza clave para el éxito de este ambicioso proyecto.
El Pundi X XPOS soporta pagos desde monederos de criptomonedas o de métodos tradicionales como pueden ser Visa, ApplePay etc… De esa manera el comerciante puede tener en un sólo dispositivo todos los métodos de pago que acepte en su tienda. El comerciante también puede recibir beneficios de los anuncios que se pongan en la pantalla del XPOS, estos anuncios se pagarán con NPXS.De una manera sencilla el XPOS ayuda a los comerciantes a facilitar las operaciones de compra venta de Bitcoin, ETH, XEM, QTUM, ACT, NEM, VERGE, BNB y muchos más, ya que incluso se permite el listado de monedas locales siempre que tengan al menos 5.000 usuarios.
Además de esto, el XPOS permite comprobar las transacciones con criptomonedas, las membresías Premium de la tienda, controlar el inventario, controlar los pedidos etc…
Cuando el empleado va a hacer una transacción, como por ejemplo comprar Bitcoin, el usuario ve en la pantalla el precio en moneda local, entonces escanean el código QR con sus monederos y completan la transacción de manera inmediata.Una vez hecha la transacción de manera satisfactoria, el XPOS imprime un recibo para el cliente y el comerciante, como los datafonos tradicionales. En este recibo también se podrían emplazar anuncios, por los que el comerciante recibiría también una comisión.
Hay que destacar que los puntos de ventas convencionales suelen cubrir una gama de funcionalidades, como puede ser una caja registradora, un datafono de tarjetas de crédito o un software para gestionar el inventario. El XPOS de PundiX es capaz de hacer todo eso y aceptar y procesar criptomonedas, de esa manera enriquece la experiencia minorista tanto para comerciantes como para clientes.

Especificaciones técnicas
El XPOS combina lectores de tarjetas múltiples, estándares de encriptación y funciones de casa de cambio de criptomonedas. Todo ello lo consigue además con un dispositivo ligero que se adapta fácilmente a la mano del usuario.
El XPOS tiene una pantalla de 5,5” de alta resolución y un teclado táctil, con la batería puesta el dispositivo pesa 450g, con unas medidas de 210 x 75 61 mm, consiguiendo reducir muy notoriamente el espacio que ocupan los cajeros de bitcoin habituales, facilitando así su distribución en cualquier tipo de proyecto.
Batería: el dispositivo XPOS es alimentado por una batería desmontablede polímero de iones de litio con una capacidad de 4000mAh (salida de 3.8V), equipada con un cable de carga microUSB y una fuente de alimentación externa, así como una batería de celda de botón de respaldo. La batería y el estado de carga están convenientemente indicados por luces LED.
El software que usa el XPOS de Pundi X está basado en Androidañadiendo una capa extra de seguridad, diseñada para admitir tanto apps sobre blockchain como para admitir monederos de criptomonedas o realizar conexiones continuas con casas de cambio seguras.
El hardware del dispositivo incluye un procesador ARM COrtex MTK8735 de cuatro núcleos (1,3GHz), 1 Gb de RAM, ROM 8G y un módulo dedicado de CPU de seguridad, (Megahunt Micro 1901C). El XPOS viene con una variante de ROM2Gb (RAM) + 16Gb. La capacidad de almacenamiento del dispositivo es de 4,11GB
Lectores de tarjeta, bandas magnéticas y lectores Contact-Less
Pundi X ofrece una gran variedad de hardware compatible que incluye un lector de bandas magnéticas, lectores IC de contacto y sin contacto, lector PSAM, Lector SIM/UID y un lector TF.
Además de esos lectores está equipado con una cámara trasera AF de 5MP con flash que permite escanear códigos de barras o QR, tomar fotos para el registro KYC al activar la tarjeta criptográfica, una impresora térmica para imprimir los recibos, puertos de E/S y micrófono y altavoz integrados.
Gestión segura de claves y protocolos de encriptación
La compatibilidad del XPOS es global, se puede usar por todo el globo terráqueo. Las bandas anchas que pueden usarse incluyen FDD-LTE (B1 \ B2 \ B3 \ B5 \ B7 \ B8 \ B20 \ B28), b (B40 \ B41), WCDMA (B1 \ B2 \ B5 \ B8) y GSM (cuadrante banda). También viene con Wi-Fi de doble banda, Bluetooth y GPS incorporado.
La CPU y su área circundante se diseñaron minuciosamente y se han ubicado en un segmento protegido. Cualquier intento de abrir el componente protegido activará la alerta de seguridad y eliminará los datos confidenciales.
El XPOS tiene un diseño de CPU especial para almacenar la clave pública encriptada y proporciona la seguridad física. Tanto el número de identificación único de la CPU como una clave cifrada generada al azar protegen los datos FLASH y la clave pública encriptada, asegurando que los datos subyacentes de XPOS y BOOT, KERNEL sean seguros.
Desde los niveles BOOT, KERNEL, SYSTEM y APK, la verificación de la firma se realiza capa por capa. Solo APK legítimos se pueden instalar en el sistema. Para actualizar la capa subyacente hasta la capa superior, el sistema debe verificar y validar la firma, de lo contrario, las aplicaciones no se pueden instalar en el XPOS.
El lector de banda magnética está diseñado para evitar la extracción o colocación de detectores. Si se detecta dicha acción, activará una alerta de seguridad y eliminará los datos confidenciales.
Precio y distribución del dispositivo
El precio del dispositivo ronda los 300$ si se compran franjas de 1 a 10 dispositivos, en caso de pedidos mayores va descendiendo su precio. El pago de los 300$ se debe hacer en NPXS, tomando el valor del momento de la compra, parte de esos fondos son la garantía de funcionamiento del XPOS ya que es Pundi X siempre la propietaria del dispositivo y la encargada de repararlo o sustituirlo en caso de avería.

Aunque cada dispositivo vendrá con 10 tarjetas, es posible comprar lotes por separado incluso tu como usuario pedir tu propia tarjeta. Una de las características más interesantes es que si un comerciante hace un pedido medio tendrá la posibilidad de personalizar sus tarjetas con su logotipo e incluso el nombre de su cliente.

El plan de distribución de Pundi X es el de conseguir colocar 100.000 dispositivos como mínimo en tres años, viendo la gran demanda de soluciones como la suya, seguramente esa cifra se pueda quedar corta, en Julio del 2018 se inició la distribución de 5.000 dispositivos a los inversores de la ICO y socios estratégicos y en Agosto del 2017 se abrió la posibilidad de realizar un pedido de otros 5.000 dispositivos, en esta ocasión abiertos a todo el mundo.
Comisiones y beneficios para Pundi X y el comerciante
El comerciante que emplea el XPOS obtiene beneficios de diferentes fuentes:
Obtiene un 1% extra sobre el precio como comisión (Se puede configurar desde un 0% a un 3%, aunque Pundi X recomienda usar el 1%)
Puede vender Criptomonedas aplicando de nuevo esa tarifa del 1%
Puede vender las tarjetas XPASS
Puede configurar su inventario, programas de lealtad, anuncios o imprimir recibos inteligentes
Recibir ingresos por publicidad mostrada en sus recibos o dispositivos
Puede aceptar criptomonedas como medio de pago, recibiendo otra vez el 1% de comisión
Por supuesto, será un pionero en tender un puente entre el usuario medio y el criptomundo.
El 100% de los ingreses que genere Pundi X a través de las transacciones en el XPOS se quemarán automáticamente del circulante de NPXS, eso quiere decir que si en una transacción, Pundi X gana 1$ de comisión, se eliminará automáticamente y de forma permanente el equivalente a 1$ en NPXS de ese momento.
El plan de distribución de Pundi X es el de conseguir colocar 100.000 dispositivos como mínimo en tres años.CLIC PARA TUITEAR
Si la operación se ha realizado con tokens de Pundi X, la comisión se retirará automáticamente del circulante, en caso de que la transacción se haya hecho con otra criptomoneda o incluso con FIAT, se realizará una recompra de la comisión que acto seguido se quemará del circulante total. En el caso de que se haga un pago en FIAT incluyendo pagos con tarjetas Visa o Mastercard se quemarán de la misma forma tokens NPXS.
Imagina entonces que un usuario compra un valor de 1.000€ en criptomonedas a un comerciante, y lo hace además usando la tarjeta XPASS. El cargo total que pagará el usuario será de 1.010€, es decir, 1.000€ por el valor de las criptomonedas y 10€ de la comisión del servicio. De estos 10€ se pagan 3,5€ a Pundi X y 6,5€ al comerciante por proporcionar el servicio de XPOS y XPASS.
Si en un mismo caso el usuario no emplea una tarjeta XPASS de Pundi X y emplea una tarjeta de un Partner de Pundi X o del comerciante, la comisión se repartiría en un 65% para el comerciante, un 5% para Pundi X y un 30% para el Partner emisor de la tarjeta.

Conclusión
Cuando estábamos ideando Bitcobie no conocíamos un proyecto como PundiX, si lo hubiésemos hecho, seguramente la primera guía que hubiésemos escrito hubiese sido esta y no la de Bitcoin. No por desmerecer a la reina de las criptomonedas, ni mucho menos. Lo hubiésemos hecho porque PundiX puede convertirse en la pieza clave de la adopción mundial de la tecnología blockchain.
Su solución facilita la vida al usuario y facilita la vida al comerciante, de hecho, la posibilidad de concentrar en el XPOS todo lo que necesita un comercio para funcionar hace que su atractivo se multiplique por 10.
Por no decir que la relación de PundiX con su comunidad es de las más cercanas que hemos podido ver, cosa que se agradece. El equipo muestra una transparencia total y es de los equipos más activos que existen en el panorama cripto.
La noticia de su propia blockchain que a la vez dará servicio a otras blockchain es una muestra más de que PundiX se quiere convertir en una piedra angular para todo el mundo. El convertir los XPOS en nodos es una auténtica jugada maestra que dotará a PundiX de la posibilidad real de mejorar la velocidad de transacciones soportada por un gigante como VISA.
Como en todo en este mundo hay que ser prudentes y ver la blockchain de PundiX en funcionamiento, pero si funciona igual de ligera y eficaz que su XPOS sin duda estamos ante uno de los proyectos más prometedores que se pueden encontrar hoy en día en el criptomundo (Sin contar que es de los pocos que ya tienen un producto en la calle funcionando, no solamente un MVP o una idea).
submitted by Superbit123 to PundiX [link] [comments]


2017.05.31 03:47 ckeimel Guia para principiantes (Traducción de /r/rpg)

Introducción:

Si estás leyendo esto, entonces en algún lado, de alguna manera, decidiste que los juegos de rol podrían ser un pasatiempo que podrías disfrutar. Tal vez hayas estado involucrado con RPGs (Role Playing Game) de videojuegos y querías ver de dónde vinieron, o tal vez viste algunas personas jugando un juego en la biblioteca local o tienda de juegos, o puedes haber visto el hobby satirizado o referenciado en un popular programa de televisión. Independientemente de cómo se le ocurrió la idea de involucrarse, esta guía busca ayudarle a empezar tan indoloramente como sea posible.
En esta guía vamos a cubrir todo, desde la elección de su primer juego hasta ponerse en contacto con su comunidad local de juegos de rol. También cubriremos los aspectos básicos para prepararte y jugar un juego en tu propia casa. Ahora, sin más fanfarria, vamos a llegar a las partes interesantes.

Uso de esta guía

No sientas que debes leer esta guía en orden o hasta completarla. Puede haber información útil en cada sección; Sin embargo, si ya conoce los dados, no hay razón para leer sobre ellos. Dirígete directamente a la información que necesitas.

Juegos de rol en pocas palabras

No realmente en pocas, payaso, pero el concepto general. Los juegos de rol combinan elementos de teatro/comedia de improvisación, narración oral y juegos de tablero/miniaturas. El resultado es algo que es más que la suma de las partes. Si eso te suena como que podría ser complicado, entonces no te desesperes, es mucho más fácil quedarse enganchado de lo que podrías pensar.
El juego de roles es muchas cosas diferentes para personas diferentes, pero la mayoría de nosotros puede estar de acuerdo en que todo se reduce a imaginar algo con un grupo de personas. Cuando te sientas alrededor de una mesa con algunos amigos y asume los papeles de los caracteres que existen solamente en su imaginación compartida entonces estás jugando rol. Tradicionalmente, la forma en que hacemos esto es designar a una persona como Guía (Guide, en ingles) para dirigir el juego y controlar las cosas detrás de las escenas, mientras que los demás jugadores se turnan para describir cómo interactúan con el mundo que maneja el Guía. Hay otras maneras de manejar esto, pero eso está más allá del alcance de esta guía.
Lo que separa el juego de rol de mesa y el LARP (siglas de: Live Action Role-Playing game) de la forma libre de juego interpretando papeles, como los juegos que hacen los niños, es que los juegos de rol tienen reglas establecidas. Lo que estas reglas implican varían de un juego a otro, pero generalmente describen los procesos mecánicos seguidos por los jugadores cuando quieren hacer algo y lo que sucede cuando lo hacen. Las reglas ayudan a enmarcar la narración proporcionada por el Guía y los jugadores de una manera justa. Los mejores juegos también tienen reglas que ayudan a inspirar y llevarte a través de una narración grande y atractiva. Vamos a entrar en materia (y antimateria), y veamos cómo todo esto encaja más adelante en esta guía.
Guía no es el único título para la persona que lidera el juego. Cada juego le dio a este puesto un título único y con el paso de los años esta persona ha sido llamada Narrador (Storyteller), Maestro de Mazmorras (Dungeon Master), Maestro de Juego (Game Master), Administrador (Administrator), Árbitro (Referee), Director, Maestro de Ceremonias (Master of Ceremonies, MC) y algunas docenas de otros títulos. Para los propósitos de esta guía vamos a llamarle Guía porque eso es lo que hacen, guían a los otros jugadores a través de la experiencia.

Herramientas del Asunto

Los juegos de rol suelen requerir muy poco aparte de tu imaginación y un libro de reglas, pero como cualquier actividad hay algunos trozos y piezas que necesitas. En esta sección vamos a repasar estas herramientas, a explicar lo que son y, si son opcionales o no.

Reglas

Casi todos los RPG usan un libro de reglas de algún tipo. Después de tener alguna experiencia con un juego es probable que no necesites un libro de reglas para jugar a tu RPG de elección, pero cuando empieces a aprender un juego es una buena idea tenerlo cerca. En esta guía se explicará más detalladamente sobre los juegos y los conjuntos de reglas para comenzar la aventura de RPG más adelante, por ahora sólo asume que necesitarás un libro de reglas para jugar.
Otra cosa que vale la pena mencionar acerca de los libros de reglas es que normalmente también incluirá una lista de materiales que necesitarás. Asegúrate de mirar esto cuando intentes un nuevo tipo de juego.

Dado

Vienen en todas las formas, tamaños y colores; Así es, estamos hablando de dados. Mientras que algunos RPGs han evitado a nuestros amigos poliédricos en favor de las tarjetas, las cuentas o ningún aleatorizador en absoluto, la mayoría de los RPG todavía los utilizan.
¿Para qué se usan?
Los RPG usan comúnmente dados para generar un número al azar. Esto podría ser para determinar si William Tell atraviesa o no la manzana, que tan lejos se lanza la bola, si realmente hay una puerta secreta detrás de la librería o cualquier número de otras cosas. Los dados también se utilizan a veces como contadores para rastrear todo, desde el tiempo hasta la salud física. En menor medida, los dados también se pueden usar como miniaturas.
¿Cuántos necesito?
El número y tipo de dados que necesitarás varían de un juego a otro. Para empezar, lo mejor es tener un conjunto completo de dados. Un conjunto completo incluye: una moneda (d2), de cuatro lados (d4), de seis caras (d6), de ocho caras (d8), De diez caras (d10), de doce caras (d12), de veinte caras (d20) y un percentil (d%).
Es posible que quieras tener extra d6s y d10s, ya que estos son los dos dados más comúnmente utilizados.
Hay algunas variedades más esotéricas de dados allí dando vueltas, como el d30 o d1000. Dichos dados no se consideran parte del "set" básico y se usan principalmente sólo por novedad. Un tipo inusual de dados que puedes encontrar son Fudge Dice. Éstos no son dados muy nuevos y se han hecho cada vez más comunes debido al éxito del sistema de Fate RPG. Los dados de Fudge se escriben como dF. Estos se ven como dados ordinarios de seis caras, pero en lugar de números en las caras tienen (+), (-) y caras en blanco.

Hojas de personaje

Una hoja de personaje es un pedazo de papel o una plantilla pequeña en la cual escribes todo sobre tu personaje. La mayoría de los libros de juegos de rol traerán una hoja de personaje que puede fotocopiar y en esta era digital todos los editores más avanzados también publican las hojas de caracteres oficiales en sus sitios web.
Tu hoja de personaje no tiene por qué ser muy formal con un pedazo de papel con “Hoja de Personaje” garabateado en la parte superior es suficiente. Un pedazo de hoja suelta de papel con la información pertinente en él hace el trabajo tan bien como un libro de personajes y las fichas de biblioteca son más fáciles de llevar y de mirar. En estos días, tu teléfono celular o portátil podría funcionar mejor para ti y, realmente, eso es lo más importante.

Miniaturas

Muy pocos juegos específicamente requieren el uso de miniaturas, pero su uso ha ido de la mano con el juego de roles durante muchos años. Las figuras han sido a menudo una forma popular de representar a tu personaje de varias maneras diferentes. A veces se usan mucho como piezas de juego y se mueven alrededor de un mapa o una cuadrícula, otras veces se utilizan sólo como una especie de pieza fija. Lo importante a tener en cuenta con minis es que no son necesarios. Puedes jugar casi todos los RPG sin el uso de uno, aunque algunos grupos pueden pedirte que utilices algo que represente a tu personaje (un sustituto común es un dado o una moneda).
Fichas
En la última generación de juegos de rol los tokens (fichas) se han convertido en una popular alternativa a las miniaturas. Las fichas son piezas redondas y planas de cartón con ilustraciones que representan un monstruo o un héroe en ellas. Vienen en una variedad de tamaños y son mucho más fáciles de llevar. También son significativamente más baratos que las miniaturas de metal o plástico. Algunos grupos usarán miniaturas tradicionales para los héroes y fichas de monstruos y NPCs (Non-Playable Character, Personaje no jugable).

Lápiz y papel

Hay una muy buena razón por la que los juegos de rol de mesa sean a veces llamados juegos de "lápiz y papel". Es porque estos dos componentes son las cosas más importantes que tienen, aparte de las reglas y la gente con la que jugar. No hay requisitos particulares para su herramienta de escritura. Algunas personas tienen gusto de lápices amarillos ordinarios, otros como plumas de la tinta y todavía otros como los lápices mecánicos. Utiliza lo que prefieras, pero ten en cuenta que es probable que tengas que hacer muchos cambios y que es una buena idea usar algo que se pueda borrar fácilmente.
Es una historia similar para el papel. La mayor parte del tiempo simplemente un papel viejo de desecho será todo lo que necesites. Es posible que desees usar una hoja de caracteres adecuada, como se describió anteriormente, pero no es necesario. Diferentes tipos de papel tienen usos específicos en juegos de rol, sin embargo.
  • Liso - Se utiliza para muchas cosas, pero más comúnmente para esbozar imágenes de cosas.
  • Con renglones - Notas usualmente usadas, historia de personajes y cosas similares.
  • Hexagonal / Cudriculado - Se utiliza casi exclusivamente para el mapeado.
  • Fichas de Biblioteca - Se utilizan para organizar las cosas de uso frecuente, como elementos o conjuros mágicos.

Ayudas para el juego

Hay un número de diferentes ayudas utilizadas por los jugadores de rol, ninguno de los cuales son necesarios para disfrutar de un RPG. Algunos de estos son:
  • Tableros (Battlemats) - usado para mapear mazmorras y hacer un seguimiento de los combates.
  • Tablero de mazmorra (Dungeon Tiles) - como arriba, pero con los azulejos ilustrados en vez de una rejilla reutilizable.
  • Torres y cuencos para dados (Dice Towers and Bowls) - mantiene los dados limitados a un área específica.
  • Calculadoras - pueden usarse para rastrear números que cambian con frecuencia, como HP.
  • Aplicaciones de la computadora / aplicaciones de teléfono - el uso varía, usado generalmente para seguir aspectos del juego o como referencia.
  • GM Screen - una pantalla plegable diseñada para ocultar las notas del Guía y las tiradas de dados.
  • Musica ambiental / Efectos de sonido - usualmente manejado por una aplicación de computadora en estos días, pero podría ser tan fácilmente hecho con un CD, DVD u otro tipo de reproductor multimedia.

Disfraces

El uso de vestuario es común en Live Action Role Playing (LARP). Debes revisar las pautas de LARP en los trajes o ponerte en contacto con el organizador antes de finalizar su traje. Puede haber límites en el número y tipos de accesorios, así como otros factores, tales como preocupaciones de seguridad y sabiduría de juego.
Los jugadores de rol de mesa no juegan típicamente con disfraz, aunque puede ocurrir.

Elegir tu primer juego

Antes de que puedas empezar con algún juego de rol real, necesitas elegir un juego para disfrutar. Hay un montón de grandes juegos por ahí, pero te sugerimos que tengas un par de cosas en cuenta:
  • Por lo general, es una buena idea elegir un juego que otras personas en su comunidad local ya están jugando. De esta manera tienes gente a quien hacer preguntas, así como una cantidad existente de jugadores potenciales para tu juego.
  • Elige un género que te interese. Puedes estar rodeado de jugadores disfrutando de Vampire: The Requiem, pero si no estás interesado en un juego de vampiros, probablemente no lo disfrutes. Si planeas tocar una variedad de géneros o simplemente no puedes decidir entonces, tal vez un juego universal sería una buena opción para ti.

Temático vs. Universal

Los RPGs tienden a caer en dos categorías diferentes, los que tienen un escenario específico y el tema y los que están diseñados para trabajar con cualquier entorno o tema. No hay estilo correcto o incorrecto, pero cada tipo tiene sus ventajas.
Lo bueno de los juegos universales es que puedes aplicarlos a casi cualquier configuración que puedas imaginar. Esto significa que no necesitas aprender un nuevo conjunto de reglas cada vez que desees cambiar las cosas. Además de esto, pueden tener un enfoque a la carta de las reglas que le permite elegir qué reglas funcionarán mejor para cualquier juego específico que desee jugar. Cuando estés empezando por primera vez un RPG Universal puede parecer mucho masticar y de alguna manera lo es. Estos son grandes juegos con un montón de reglas y elementos diferentes para tomar. La clave para tener en cuenta sobre ellos es que tu no vas, y probablemente no debes, utilizar todas las diferentes reglas presentadas. La razón por la que estos juegos tienen tantas reglas es para que puedas jugar cualquier tipo de juego con ellos. Si las reglas para las armas de fuego no van a subir en su juego sobre los hombres de las cavernas, entonces no hay necesidad de aprender.
Juegos temáticos no tienen la amplitud de los juegos universales, pero tienen un par de cosas a su favor. Primero, con un juego temático ya tienes las reglas con las que trabajar. Esto pone menos presion en el Guía para crear un mundo para jugar y puede hacer que el juego sea más fácil para los nuevos jugadores a entrar. En segundo lugar, estos juegos están tratando de crear un estilo específico de juego y pueden tener características que simplemente no pueden aplicarse universalmente. Por ejemplo, el sistema mágico en Mistborn RPG busca recrear el de las novelas de Brandon Sanderson. Un RPG universal puede no ser capaz de tener un toque tan específico.
Para los recién llegados a la afición de jugar un papel un RPG temático es a menudo la mejor opción. Presentan un conjunto de reglas coherentes y a menudo más simples. Su ya establecida configuración y lore (historia de ese universo) es una gran manera de empezar a jugar y participar sin sentirse perdido buscando el lugar para comenzar. Si tienes una franquicia en particular que te gusta, como Star Wars, puedes empezar a jugar y ya tienes una gran idea sobre el tipo de cosas que puedes hacer jugando un RPG de Star Wars. Cualquiera que sea el estilo de juego que elijas para empezar, espero que pruebes muchas variedades a lo largo de tu carrera de rol.

Un poco sobre D&D

Dungeons & Dragons es el juego de rol más conocido del mundo. Si estás leyendo esta guía hay una muy buena oportunidad de que vinieras a averiguar cómo podrías empezar con D&D específicamente. D&D puede ser un muy buen punto de entrada a la manía del RPG. Es uno de sólo unos pocos RPG con un kit de principiante de calidad profesional y es probablemente el más ampliamente jugado y el más gustado. No cubriremos D&D específicamente en esta guía, ya que no es una descarga gratuita, pero de todos los consejos contenidos en es aplicable a D&D (así como todos los RPGs tradicionales).

RPGs sugeridos gratis

Hay miles de RPG de mesa diferentes por ahí. 3426 RPG diferentes se registran en la base de datos RPG Geek en el momento de escribir esto. Como te puedes imaginar, eso es mucho más de lo que podríamos esperar para cubrir en cualquier guía. Por esta razón hemos seleccionado algunos de nuestros juegos favoritos que son gratuitos para descargar y principiante amable de sugerir

Open d6

Originalmente Open d6 fue publicado por West End Games. Se ha cambiado de manos unas cuantas veces a lo largo de los años hasta que finalmente se publicó digitalmente de forma gratuita. Open d6 es un sistema universal con tres Rulebooks (Libros de reglas) básicos independientes. Estos son d6 Fantasy, d6 Adventure y d6 Space. Cada uno contiene todas las reglas y sistemas que necesitas para jugar en una variedad de configuraciones e incluso puedes mezclar y combinar elementos para crear tus propios mashups de género. El sistema es fácil de aprender y jugar, usando sólo dados de seis caras comunes. Cada uno de los libros d6 también viene con una gran sección introductoria con una aventura en solitario de su propio estilo diseñado para enseñar a un nuevo jugador cómo jugar Open d6 y RPGs en general.
Open d6 también se simplificó en un peso más ligero y más fácil de consumir, y aún libre, la versión llamada Mini Six. Mini Six divide las reglas en aproximadamente 11 páginas, con las 30 páginas restantes que contienen ejemplos de caracteres y ajustes, así como una guía para usar el contenido de Open d6 con el conjunto de reglas más sencillo.
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Risus

Risus es un RPG muy simple que se puede aprender o enseñar en menos de 10 minutos. Risus es a veces llamado el "Anything RPG" (“RPG lo que sea”) debido a la flexibilidad de sus reglas universales, y tú puedes jugar con cualquier ajuste que puedas imaginar. El juego se ajusta a sólo 6 páginas y es uno de los RPG más simples disponibles. Si bien las reglas son muy fáciles de aprender, su tamaño pequeño significa que no hay un montón de consejos para las nuevas guías y jugadores. Incluso aún, es una buena opción para los primeros temporizadores.
A diferencia de muchos otros sistemas RPG simples, Risus tiene una gran web propia. Hay una base dedicada de los jugadores de Risus que producen aventuras, adaptaciones y toda la manera de otro gran contenido.
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Swords & Magic (Espadas y magia)

S&W es un juego de fantasía mítica que hace que los jugadores deambulen por las mazmorras y mantengan el mal a raya. Todos los elementos del clásico juego de rol de fantasía están presentes en este juego, por lo que es una gran opción para cualquier persona interesada en las bases del hobby. Cuando usted se imagina D&D, tal como se jugaba en los días de las máquinas de pinball esto es lo que usted está pensando.
Swords & Wizardry es lo que se conoce como un "retroclone" de la primera edición de Dungeons & Dragons. Las reglas originales se han reescrito y vuelto a publicar para que puedas disfrutar de ellos a pesar de que el juego salió de impresión hace muchos años. S & W es relativamente simple de aprender y probablemente tiene la escritura más clara y fácil de entender de cualquier retroclone publicado hasta la fecha.
S&W también viene en tres formas, pero para sus propósitos probablemente quieras quedarte con Swords & Wizardry Core. Si disfrutas del juego, puedes comprar Swords & Wizardry Complete, ya que contiene aún más fragmentos para conectarte a tu experiencia de juego de rol.
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Heroes Against Darkness (Héroes contra la oscuridad)

Al igual que con Swords & Wizardry, Heroes Against Darkness tiene sus raíces en Dungeons & Dragons. A diferencia de S&W, se agrupa desde todas las ediciones de D&D para crear algo nuevo que se siente familiar.
Heroes está escrito con principiantes en mente y viene con un sistema un poco más profundo que la mayoría de los otros juegos recomendados aquí. Viene con una aventura en solitario introductoria para enseñar a los jugadores lo básico.
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Warrior, Rogue & Mage

Warrior, Rogue & Mage es un juego de rol simple y ligero que permite a un grupo de jugadores y un maestro de juego experimentar aventuras épicas en un mundo de fantasía lleno de magia maravillosa.
WR & M es un juego muy fácil de aprender y de jugar y ofrece una aventura inicial y grandes consejos para los Guías primerizos (Game Masters). WR&M también está disponible como Resolute, Adventurer & Genius, una versión del juego ambientada en un mundo de aventura de la pulpa de Indiana Jones; Wyred, una versión cibernética del juego que haría a William Gibson orgulloso; Y Main Sequence, una aventura space opera que haría que los jugadores de cualquier planeta salten de felicidad.
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Dungeon World

Dungeon World es un RPG de fantasía que es muy fácil de aprender y jugar. Se construye a partir de otro juego llamado Apocalypse World y crea diferencia entre él y Dungeons & Dragons. Lo que diferencia a Dungeon World de casi cualquier otro juego que aparece en esta guía, es que utiliza un sistema de juego centrado en el lenguaje en lugar de un enfoque numérico. Es un gran juego para las personas que odian las matemáticas y su uso de procedimientos hace que sea una excelente opción para Guías y jugadores por primera vez. De hecho, una gran parte del libro de reglas está lleno de grandes consejos sobre cómo ejecutar y administrar un juego de rol de fantasía. Su juego padre (Apocalypse World) es aún mejor en este aspecto, pero no está disponible gratuitamente.
La licencia abierta de Dungeon World ha llevado a muchas adaptaciones creadas por los fans. Estos juegos no se construyen con el principiante en mente, pero una vez que han dominado Dungeon World podrían hacer una excelente manera de explorar otros géneros y configuraciones. También hay muchos juegos profesionales construidos con el Apocalypse World Engine y, como tal, comparten una gran cantidad de terminología y juego común con Dungeon World. Estos juegos tampoco son gratuitos, pero puede que valga la pena explorarlos.
Dungeon World ha sido publicado bajo una licencia Creative Commons y el texto completo está disponible gratuitamente en línea. Una versión más atractiva se puede comprar por $ 10 o $ 25.
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Fate Core & Fate Accelerated

Fate es un excelente sistema universal que, como Dungeon World, pone la ficción primero. Está disponible en dos sabores: Fate Core, que está completamente diseñado para los jugadores veteranos, y Fate Accelerated, que es una toma simplificada del sistema dirigido a los recién llegados al hobby. También puedes encontrar una serie de juegos con licencia basados en Fate, como el RPG de Dresden Files, Atomic Robo RPG y mucho más.
La característica definitiva de Fate es su uso de Aspectos. Estas son palabras o frases que definen tu personaje y se usan en lugar de aplicar valores numéricos a diferentes conceptos como fuerza o inteligencia. En lugar de ser fuerte un personaje podría ser "construido como un toro". Esto hace que el sistema extremadamente adaptable a los diferentes géneros y estilos de juego, así como fácil de entender para los recién llegados. Esto también hace un juego donde la historia y la acción es más importante que los detalles, por lo que no será para todos.
En la mayoría de los casos, Fate Accelerated es el mejor punto de partida; Sin embargo, el juego no es particularmente difícil de aprender o jugar. Como puedes obtener ambos juegos de forma gratuita, te sugerimos que eches un vistazo a ambos y selecciones el que te haga sentir más cómodo.
Fate se vende bajo un modelo de “pay what you want”, lo que significa que usted puede recogerlo de forma gratuita. Si te gusta el juego, te animamos a comprar una segunda copia por el precio que creas justo.
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Marvel Super Heroes

En 1984 Marvel y TSR se unieron para publicar un RPG basado en el universo Marvel llamado Marvel Super Heroes. El RPG fue apoyado por casi diez años antes de finalmente salir de la impresión. El juego ya está disponible en línea gratis.
Marvel Super Heroes fue diseñado como un RPG amigable para principiantes y dirigido a los fanáticos de los cómics en lugar de RPGs existentes. Tiene un estilo de escritura accesible que lleva al lector a través de todo lo que necesitan saber. Las reglas se dividen en versiones Básicas y Avanzadas, lo que da a los jugadores algo en lo que pueden crecer.
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Kits para principiantes

En esta sección encontrarás una serie de juegos que, aunque no son gratuitos, vienen con todo lo que necesitas para empezar a jugar. Son paquetes completos que vienen con varias reglas y accesorios que necesitas para jugar. También están diseñados como productos de nivel de entrada y se escriben de tal manera que sea amigable y fácil de usar para principiantes a la manía RPG.

Conjunto inicial D&D 5e

D&D es un juego de alta fantasía épica donde los jugadores asumen los papeles de héroes poderosos como el rastreo a través de mazmorras, salvar el mundo y, sí, incluso matar a los dragones.
La quinta edición de Dungeons & Dragons es la versión más reciente del juego disponible en el momento de escribir esto y el D&D Starter Box es un producto de nivel de entrada D&D que contiene todo lo necesario para empezar a jugar la última iteración del juego clásico. Las reglas estan simplificadas y ofrecen una aventura paso a paso para jugar a través. Mientras que estas reglas simplificadas son geniales para los principiantes, en algún punto los jugadores desearán graduarse al juego completo. La buena noticia es que todas las reglas básicas para D&D 5e han sido publicadas digitalmente de forma gratuita.
D&D es uno de los más grandes, si no el más grande, y mejor apoyado RPGs disponibles. Tiene una presencia en la mayoría de las convenciones de hobby, así como programas dirigidos a nuevos jugadores, como D&D Encounters. El Starter Set es un gran punto de partida para cualquier jugador novato.
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Pathfinder Beginner Box

Golarion es un mundo de alta fantasía lleno de gnomos, elfos, enanos y toda clase de otras razas fantásticas. Con el Pathfinder RPG, un jugador puede saltar directamente en crear sus propias aventuras épicas o unirse a la famosa Sociedad Pathfinder, un grupo de agentes encubiertos y aventureros, para promover los objetivos de las facciones del Mar Interior.
Pathfinder rivaliza con D&D 5e en el número de jugadores que lo disfrutan regularmente. Sus raíces se encuentran en la edición anterior de D&D y mantiene un estilo de juego similar. Al igual que D&D, Pathfinder disfruta de una comunidad viva y generalizada con un montón de eventos organizados para asistir.
The Beginner Box es un conjunto de reglas simplificadas que, al igual que The Red Box, proporciona una excelente introducción a la afición. Contiene todo lo que necesitas para jugar y un poco más. Debes tener en cuenta que The Beginner Box es un producto introductorio y no contiene las reglas completas. Los jugadores que disfruten del juego tendrán que actualizar el libro de reglas del núcleo en algún momento. Aparte de eso, es una introducción mucho más amigable y asequible que el libro de reglas básico.
Una cosa muy agradable acerca de Pathfinder es que muchas de las reglas y el contenido se publican bajo una licencia abierta y disponible de forma gratuita en formato wiki. Esto hace que sea muy fácil y barato para graduarse en el RPG Pathfinder completa una vez que se agota la caja de principiante.
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Mouse Guard Box Set

El Mouse Guard RPG está ambientado en el mundo creado por David Petersen en su serie de cómics premiada por Eisner. Cuenta con un mundo habitado por ratones inteligentes. Los jugadores en el Mouse Guard RPG asumir el papel de los ratones que pertenecen a la Guardia del Ratón, un grupo que ayuda a otros ratones sobrevivir el desierto y la defensa de los depredadores.
Mouse Guard es adecuado para todas las edades, aunque los padres deben ser conscientes de que el mundo de Mouse Guard no es tan amable y tierno como la premisa le llevaría a creer. El juego es fácil de aprender, claramente escrito, e incluso ha ganado un premio por su diseño. El arte, tomado de los comics, es también espléndido. La caja viene con todo lo que necesitas para jugar, incluyendo las reglas, aventuras, dados, cartas e incluso un mapa.
Enlaces:

Doctor Who: Juego de Aventuras en el Tiempo y el Espacio

El amado programa de televisión británico, Doctor Who, ha introducido varias generaciones a la ciencia ficción. El último RPG basado en él es Doctor Who: AiT&S y tiene uno de los mejores box set introductorio disponibles en el hobby. Mientras que el juego lleva el nombre del héroe homónimo y titular, las reglas no requieren su presencia. Están escritos y presentados de tal manera que cualquier grupo de héroes puede confundir su camino a través del espacio o el tiempo, con o sin El Doctor.
Doctor Who viene con el libro de reglas completo, que está escrito de una manera casual y concisa y cuenta con un simple, pero flexible, conjunto de reglas. El conjunto de la caja contiene todo lo que necesitarás para jugar el juego, pero la joya de la corona es un conjunto de aventuras introductorias con consejos paso a paso para guías de primera vez. Aún mejor, el folleto de aventura también contiene numerosas "semillas" de aventura para conseguir que un Guía incipiente comience a crear sus propias aventuras. Las reglas también desalientan la violencia como una solución a los problemas y al contrario alienta la negociación y el ingenio.
Enlaces:

Reglas de inicio rápido de los juegos famosos/populares

  • Inicio rápido de RPGs
  • D&D 4e Quickstart
  • Gurps Lite
  • Savage Worlds Test Drive
  • Shadowrun Quickstart
  • Castles & Crusades
  • Tunnels & Trolls Abridged
  • World of Darkness
  • Changeling: The Lost Demo
  • Geist: The Sin-Eaters Quickstart
  • Hunter: The Vigil Quickstart Demo
  • Mage: The Awakening Demo
  • Promethean: The Created Demo
  • Vampire: The Requiem Demo
  • Werewolf: The Forsaken Demo

Jugador 101

En esta sección vamos a cubrir los fundamentos de jugar un RPG. Proporcionamos algunos consejos para hacer personajes para jugar en juegos de rol, así como cubrir la estructura tradicional de juegos de rol de mesa.

Tu primer personaje

El primer paso requerido de cualquier RPG es el de crear un personaje. Esto puede ser una tarea muy abrumadora, pero también es muy gratificante. No vamos a cubrir detalles en esta sección - cada juego hace la creación de personajes un poco diferente. Lo que vamos a hacer es ofrecerte algunos consejos sobre cómo crear un personaje para jugar como y cómo entrar en el papel.

Concepto

Una de las cosas más difíciles de hacer un nuevo personaje es llegar con el concepto general. Es una cosa muy simple decir, "Hacer un personaje." Y otra muy distinta es llegar a un personaje que quieras hacer. Aquí hay algunos consejos para superar esa colina inicial:
  • Roba de la ficción. No hay absolutamente nada malo en volver a crear un personaje que te gusta de la ficción. Incluso puedes robar de la realidad. Si quieres hacer un personaje inspirado por el capitán Ahab, haz eso. Trata de hacer que el personaje sea tuyo, sin embargo. ¿Y si el capitán Ahab era un bárbaro orco de las llanuras? Quizás su ballena blanca sería un rinoceronte blanco.
  • Juega un arquetipo. Si no puedes pensar en un personaje específico, entonces siempre puedes jugar un arquetipo. Si piensas que puede ser divertido jugar con un ladrón furtivo o un hacker anarquista, entonces usted puede escribir eso y construir la personalidad a través del tiempo.
  • Reproducir un personaje de ejemplo. La mayoría de los RPG vienen con una serie de caracteres pre-construidos. ¿Por qué no seleccionar uno para jugar? Con el tiempo se convertirá en un personaje único basado en la forma de jugar.
  • Juega a ti mismo. Una opción a menudo pasada por alto es simplemente jugar a ti mismo. Si juegas a ti mismo no tienes necesidad de "entrar en la cabeza" del personaje, ya estás allí! ¿Por qué no imaginarte en el escenario del juego? ¿Cómo serías como un mago o un pirata espacial?

Ejecución

La parte más difícil de la creación de personajes es realmente llegar al concepto. Una vez que tienes eso es sólo una cuestión de seguir las reglas para crear el personaje para el juego. Para un nuevo jugador esto podría ser un pequeño obstáculo. Aquí hay algunos consejos para ayudarle a saltar sobre ese obstáculo.
  • Pide ayuda a los otros jugadores. Algunos de ellos pueden ser jugadores veteranos que conocen las reglas por dentro y por fuera. Incluso si no hay veteranos un segundo conjunto de ojos puede realmente ayudar con averiguar las reglas. Tu Guía, por lo menos, debe tener una comprensión básica de cómo construir un carácter.
  • Mira la hoja de personajes. Puedes aprender mucho de la hoja de personaje de un juego. Echa un vistazo a las secciones deben ser rellenadas y luego buscar en las reglas. A veces es más fácil trabajar en algo en pedazos pequeños.
  • Mira los personajes de la muestra y mira cómo encajan. Considera el uso de uno como la base de tu propio personaje.
  • Consulta el sitio web oficial del juego y los foros. Hay grandes posibilidades que estés atascado en algo en lo que alguien ya ha estado en el pasado.
  • Pide ayuda en un tablero de mensajes de RPG, como rpg.stackexchange.com

Jugar un RPG

Tienes un personaje hecho y un grupo con el que jugar, ¿y ahora? Mientras que la respuesta a esta pregunta varía de un juego a otro, podemos cubrir la estructura básica que constituye un juego de rol.

La Estructura Básica

La escena está ambientada

El primer paso en cualquier juego de rol tradicional es que el Guía establezca la escena. Ellos describirán donde está tu personaje, lo que pueden ver y oír, lo que otros personajes están haciendo y todo lo demás que podría ser importante. El Guía puede inducir a los jugadores a responder preguntas sobre sus personajes, describir lo que están haciendo y así sucesivamente.

Los jugadores hacen preguntas

Una vez que la escena ha sido establecida, es hora de que los jugadores hagan cualquier pregunta que puedan tener. Tal vez quieras saber si hay algo más que puedas ver o de qué está hecha la puerta. El Guía responderá a tus preguntas y a menudo estas preguntas llevarán a la siguiente fase.

Los jugadores declaran acciones

Cuando los jugadores están listos declaran lo que quieren que haga su personaje. A menudo esto será el resultado de las preguntas anteriores. Un jugador puede desear que su personaje investigue un gabinete, eche un hechizo, persiga a alguien o cualquier número de otras cosas. Lo que un personaje puede hacer está limitado sólo por la imaginación y las reglas del universo de los juegos. El Guía puede pedir a los jugadores tirar dados para ver si sus personajes son exitosos en lo que están haciendo.

El Guía Narra las Reacciones

Después de que un jugador ha declarado lo que quiere que su personaje haga el Guía debe responder. Es el trabajo del Guía decir a cada uno qué sucede. ¿Se abre la puerta? ¿Capturan al criminal fugitivo? El Guía debe describir con suficiente detalle para pintar una narrativa interesante, pero no tanto que ralentice el juego. Algunos Guías y juegos animarán a los jugadores a contribuir a la narración y siempre se anima a ser descriptivo al declarar las acciones.

Repetir

Los jugadores y Guía repiten estos pasos según sea necesario. Este ida y vuelta entre los jugadores y Guía compone la estructura principal de la mayoría de los juegos de rol tradicionales. Por supuesto, esta estructura puede variar de juego a juego por lo que siempre es una buena idea ver lo que dice el reglamento.

Jerga del jugador

d[x] - 'd' indica un dado mientras que [x] es el número de caras que tiene el dado. Así, d6 es un dado ordinario de seis lados. Un valor antes de la 'd' indica el número de dados requeridos. Por ejemplo, 3d6 indica que debe rodar 3 dados de seis caras.
Retroclone - Un RPG que es un clon de un RPG existente fuera de impresión. Han sido reescritos completamente para que puedan ser redistribuidos legalmente sin infringir. P.ej. Labyrinth Lord, Mutant Chronicles.
NPC - Personaje no jugable. Un término usado para describir un personaje que no es controlado por los jugadores. Los NPCs están controlados por el Guía.
PC - Personaje jugable. Un término usado para describir a jugadores que no sean la Guía.
DMPC - Un NPC que actúa como el avatar del Guía en el juego. Tienen connotaciones negativas como DMPCs pueden convertirse en el foco principal del juego y la reducción de la importancia de los PC.
HP - Puntos de vida (Health Points). Comúnmente utilizado como una abstracción de la vitalidad de un personaje.
XP o EXP - Puntos de Experiencia. Comúnmente se utiliza para indicar el crecimiento y el avance del personaje.
Munchkin - Un jugador que intenta retorcer o romper las reglas del juego con el propósito de hacer posible el carácter más mecánicamente poderoso.
Power Gamer - Un jugador que optimiza su carácter para ser lo más eficiente mecánicamente posible dentro de las restricciones de las reglas.
Min/Max - El acto de reducir la eficacia mecánica de un personaje en un área para sobresalir en otro.
Regla 0 - La regla 0 es "El DM siempre tiene razón". Si un jugadoGuía invoca la Regla 0 significa que están diciendo que en última instancia el Guía tiene la última palabra para todas las reglas, incluso si contradice las reglas tal como están escritas.
Campaña - La trama general o marco que rodea a un grupo de aventuras.
Aventura - Una sola historia o misión que su personaje emprende.
Sesión - Cuando un grupo de jugadores se reúne para jugar.
Módulo - Una Aventura publicada y escrita profesionalmente.
Crunch (Crujiente) - Profundidad de las reglas. Un juego "crujiente" es uno con muchas reglas para jugar.
Lore - Configuración de la historia y la información, por lo general para un entorno oficial.
Dungeon Crawl - Un estilo de aventura que implica recorrer una difícil ubicación en el interior, como una red de cuevas o catacumba. Generalmente de alta dificultad con muchas trampas y monstruos.
Hex Crawl - Un estilo de juego donde los personajes se abren paso a través de un mapa hexadecimal, con cada hexagono que representa un día o más de viaje y llena una variedad de encuentros diferentes.

Aviso: Yo no creé esta guia, solo me limité a traducirla. Todo el mérito es para los que la crearon en /rpg.

Tuve que sacrificar partes de la guia original dado a la limitacion de caracteres que tienen los text post, lo que falta es comportamiendo, encontrar tu comunidad y glosario.

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