Canções de amor país

30/jan/2019 - Explore a pasta 'Canções de amor' de Isabela Castro no Pinterest. Veja mais ideias sobre Canções de amor, Canção, Lee jong hyun. Uno de las formas más dolorosas de imposible un amor es entrar a la llamada friendzone. Cuando la amistad aniquila todas tus expectativas de una relación, estás en la friendzone. Tu interés romántico simplemente te ve como un amigo. Este tema de la banda española Jarabe de Palo indaga en esa situación, toda una paradoja sin salida. 4.Canción El amor de mi vida de Ricky Martin. Ricky Martin es un artista muy reconocido en todo el mundo y sus canciones son maravillosas. Tiene canciones románticas, divertidas, movidas y muchas más. La canción llamada Amor de mi vida es la canción perfecta para dedicar amor a tu amor a través de una canción bella. “Canções de Amor” de David Stubbs é tudo aquilo que se espera de uma obra musical da indústria norte-americana, uma história de amor, flashbacks sem sentido, a linguagem mais pasteurizada possível para que o “sonho de um amor” possa ser contado através de músicas constantes e que repetem o mesmo tom dramático por uma hora e ... Los pequeños detalles son los que más significan; y dedicar una canción a tu pareja es un gesto que demuestra lo profundo de tu amor. Hay muchas canciones cristianas románticas que se han hecho famosas con el paso del tiempo y algunas de ellas se han vuelto indispensables en las listas de reproducción de cualquier persona enamorada. Todas as Canções de Amor--Título original Todas as Canções de Amor Año 2018 Duración 92 min. País Brasil Dirección Joana Mariani Guion Juliana Araripe, Nina Crintzs, Vera Egito, Roberto Vitorino Música Maria Gadú Fotografía… Canções de amor que não se esquecem O amor está irremediavelmente ligado à música… e o que seria da música sem amor (em todos os seus géneros). Anos de génios desta arte que nos têm deixado tanto letras como melodias eternas, clássicos que ressoam na nossa memória e que merecem ser ouvidos novamente, só porque sim, ou em ... Si quieres dedicarle a una mujer alguna de estas canciones, entonces ten por seguro que podrás enamorar a quien quieras, pues estos temas le llegarán al corazón. Estas son canciones bonitas para dedicar a una novia, o a alguien que muy pronto se convertirá en tu pareja. 1. Amor primero – Reik 2. Kilómetros – Sin Bandera 3. Todo me recuerda a ti – BNK Canções de Amor (Daffodils) [Romance, Musical] - Maisie precisa deixar seu pai quase morto em uma cama de hospital para se apresentar em um show, mas ela é assolada pela história que ele acaba de contar: como conheceu e se apaixonou pela mãe de Maisie. Nessa história cantada de amor, o sentimento que fica é de sabor agridoce. Cuando sientas en la noche un arrebato de amor, esta canción le dará orden a tus sentimientos. Los Tres es una banda chilena con más de 20 años de trayectoria y hasta la fecha siguen vigentes. VER: Canciones para entregarte a la pasión y el deseo. 20) 'Tu geografía' - Indios.

Festival da Canção 2020 [ 2.ª semifinal]

2020.03.01 19:11 PedroLG Festival da Canção 2020 [ 2.ª semifinal]

Ontem fui para os copos, mas aqui fica o recap do edição de ontem para registo e OCD pessoal enquanto revejo as canções de ontem.
1ª Semi Final
Link para todas as canções
Playlist Spotify
Alinhamento:
  1. Dubio feat. +351 - "Cegueira" - Actuação
  2. Luiz Caracol e Gus Liberdade - "Dói-me o País" - Actuação
  3. Judas - "Cubismo Enviesado" - Actuação
  4. Kady - "Diz Só" - Actuação
  5. Elisa Rodrigues – “Não Voltes Mais” - Actuação
  6. Cláudio Frank – “Quero-te Abraçar” - Actuação
  7. Tomás Luzia – “Mais Real que o Amor” - Actuação
  8. Jimmy P – “Abensonhado” - Actuação
Resultados / passam à final:

A ordem dos finalistas é aleatória, as pontuações só são divulgadas na final.
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2019.12.24 15:04 MinistroPauloCats O Bolero Venceu o Comunismo

Ironicamente, enquanto o Vietnã do Norte venceu a guerra, é a música "amarela" do Sul, proibida pelos comunistas, que os vietnamitas adoram.

Nos últimos anos, desfrutar canções de bolero escritas antes de 1975 de alguma forma se tornou moda no Vietnã. Um número crescente de jovens ouvintes recorre a esse gênero de música em ritmo lento como uma liberação emocional. Muitos cantores novos escolhem o bolero para iniciar suas carreiras. Alguns cantores cujos nomes são conhecidos por outros gêneros musicais começaram a cantar bolero para agradar seus fãs.

Esta não é apenas uma moda. Faz parte de uma história não contada de 60 anos.

A música moderna do Vietnã nasceu nos anos 1930 e cresceu rapidamente como uma mistura de elementos ocidentais e música tradicional. Teria sido uma jornada deliciosa sem o ponto de virada: a guerra de 9 anos contra a França, que eclodiu em 1946.

O governo do Vietnã, com sua típica postura dos países comunistas de drasticamente moldar uma cultura da classe trabalhadora, começou a mostrar seu ódio pela poesia e música românticas e emocionais. Sentindo-se oprimidos, alguns artistas que costumavam favorecer o Viet-Minh decidiram deixar a zona de guerra e retornaram às cidades, entre as quais Pham Duy e Thai Thanh, o maior compositor e diva vietnamita do século XX.

O ódio piorou depois que a guerra com a França terminou em 1954. Os Acordos de Genebra resultaram na primeira migração em massa de cerca de um milhão de pessoas do norte para o sul, na qual houve verdadeiros talentos que mais tarde se tornaram famosos. Entre os compositores românticos que ficaram em Hanói estava Van Cao, autor de muitas baladas famosas antes da guerra e, especialmente, autor do hino da República Democrática do Vietnã. Ele praticamente deixou de compor desde então.

Durante a próxima guerra - a Guerra do Vietnã - o gênero oficial de música permitido por Hanói foi a música revolucionária ou vermelha. O conteúdo dessa música era para homenagear líderes, o partido comunista e apoiar a produção na retaguarda e a guerra no front. O ritmo era geralmente rápido, e a melodia era veemente. Algumas músicas eram emotivas, mas em geral não eram incentivadas.

Não havia indústria de entretenimento ou música no norte, pois os cantores trabalhavam para unidades administradas pelo estado, civis ou militares, e eram pagos como funcionários públicos. A gravação e transmissão eram monopólio estatal, principalmente através da rádio Voice of Vietnam. O lançamento de música para fins comerciais ficou para a imaginação.

Abaixo do paralelo 17, ao contrário, a música ganhou outra vida. Desde o final da década de 1950, as músicas eram escritas principalmente usando os ritmos bolero, rumba e habanera. Em combinação com a música tradicional do sul, nasceu um gênero de música peculiar ao Vietnã - lento e triste. Com letras simples, mas poéticas e significativas, as músicas diziam muito sobre a vida: família, país, tristeza, felicidade, mas mais significativamente: guerra e amor.

Notavelmente, canções anti-guerra também foram aceitas, elas coexistiram com as canções em homenagem aos soldados da República do Vietnã. No entanto, não havia tais canções no norte para homenagear o presidente ou seu partido.

Além disso, a indústria da música cresceu no sul com muitas gravadoras e palcos musicais que, em duas décadas, introduziram no mercado centenas de cantores, muitos dos quais se tornaram lendas do bolero: Thanh Thuy, Hoang Oanh, Phuong Dung, Thanh Tuyen, e Che Linh. Esses cantores são famosos desde o início dos anos 1960 e ainda estão cantando.

Não está claro a partir de que ponto a música do Vietnã do Sul começou a ser chamada de música amarela. O motivo pode ter origem na bandeira nacional amarela da República do Vietnã, em oposição à vermelha adotada pela República Democrática do Vietnã.

Durante a guerra, era compreensível que a música amarela não fosse permitida no norte. Mas depois de 1975, quando o Sul foi derrotado e o Vietnã unificado, ela ainda não era permitida, pois era considerada um vestígio da antiga sociedade. Houve campanhas de propaganda para desencorajar o público de ouvir música amarela. No auge da repressão, os flagrados ouvindo música amarela eram punidos, e suas cassetes, discos e pautas de música confiscadas.

Apesar desse controle, a música amarela, cujo principal componente era o bolero, ainda era secretamente cantada por cantores do sul que não deixaram o Vietnã (ou não tiveram a chance de fugir) e pelos próprios ouvintes. A indústria da música foi morta, mas a música continuou viva.

Após a queda de Saigon e até meados da década de 90, ocorreu a segunda migração em massa do povo vietnamita. Os refugiados, conhecidos como povo dos botes, tentaram fugir do Vietnã em busca de liberdade. A música amarela os acompanhava a muitos cantos do mundo, especialmente aos Estados Unidos, a segunda terra dos vietnamitas anticomunistas. A música amarela continuou a ser cantada por cantores anteriores a 1975 e passou para as próximas gerações. As pessoas sobreviveram e a música também.

No Vietnã, depois de 1986, o controle do estado sobre a cultura em geral e a música em particular foi diminuído. A música amarela não era oficialmente permitida, mas não era mais banida. Na década de 1990, quando mais músicas de amor foram autorizadas a serem cantadas e compostas novamente, algumas músicas amarelas neutras também foram aceitas. Às vezes, os nomes dos compositores foram alterados, mas a música permaneceu.

Mesmo antes do amplo uso da Internet, embora proibido, os produtos musicais dos refugiados vietnamitas, como as séries Paris By Night e Ásia, encontraram seu caminho de volta para casa sob o novo nome: música do além-mar. Curiosamente, o governo se desviou de um controle rigoroso para um tipo de subsídio de fato. Mas a maior parte do legado musical do Vietnã do Sul, mesmo nos dias de hoje, permanece em silêncio e no escuro: as músicas são revisadas lentamente e aceitas uma a uma, a pedido de um comitê estadual de artes.

Nos últimos anos, a mudança tem sido dramática, pois muitos cantores estrangeiros recebem permissão para retornar e se apresentar no Vietnã. Cantores nacionais mais jovens começaram a recorrer ao bolero e o público se tornou mais jovem e não limitado a uma determinada classe. Cantar e ouvir música pré-1975 parece ter se tornado moda no Vietnã.

Além de poderem se apresentar, também existem reality shows chamados Solo com Bolero e Bolero Idol - competições em busca de talentos nesse gênero musical, uma vez banido. A maioria dos juízes convidados para Solo com Bolero são cantores estrangeiros, alguns dos quais costumavam ser banidos.

Ainda existem algumas restrições. O termo "música amarela" não é oficialmente usado na mídia. É intencionalmente chamado de música country, música antiga - e mais frequentemente bolero (muitas das músicas amarelas mais populares não são, de fato, bolero). Alguns cantores anteriores a 1975 conseguem obter licenças para organizar shows ao vivo em qualquer lugar, exceto a cidade de Ho Chi Minh, anteriormente Saigon.

Além do renascimento da música amarela, muitas vezes há queixas sobre a música contemporânea no Vietnã. "Lixo" e "sem sentido" são as palavras usadas para descrevê-lo. Voltando ao passado, neste contexto, existe a opção preferível. Ironicamente, é o passado do Vietnã do Sul que o público vietnamita está abraçando. A música revolucionária vermelha não é mais preferida pelos jovens ouvintes e é tocada principalmente em eventos oficiais.

Muitas pessoas atribuem o renascimento da música amarela ao fato de que ela exibe melhor as características culturais do país e está mais próxima da música tradicional. Ele fala com a alma e o coração dos indivíduos comuns, diferindo em muitos aspectos dos temas políticos da música vermelha.
Assim, enquanto o Norte pode ter vencido a guerra, a música e a cultura do Sul continuam vivas. Mais do que apenas sobreviver, ela prospera.

Dinh Duy é colunista freelancer e doutorando em Milão, Itália

https://thediplomat.com/2016/10/the-revival-of-bolero-in-vietnam/
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2019.12.24 09:19 MinistroPauloCats O Bolero Venceu o Comunismo

Ironicamente, enquanto o Vietnã do Norte venceu a guerra, é a música "amarela" do Sul, proibida pelos comunistas, que os vietnamitas adoram.

Nos últimos anos, desfrutar canções de bolero escritas antes de 1975 de alguma forma se tornou moda no Vietnã. Um número crescente de jovens ouvintes recorre a esse gênero de música em ritmo lento como uma liberação emocional. Muitos cantores novos escolhem o bolero para iniciar suas carreiras. Alguns cantores cujos nomes são conhecidos por outros gêneros musicais começaram a cantar bolero para agradar seus fãs.

Esta não é apenas uma moda. Faz parte de uma história não contada de 60 anos.

A música moderna do Vietnã nasceu nos anos 1930 e cresceu rapidamente como uma mistura de elementos ocidentais e música tradicional. Teria sido uma jornada deliciosa sem o ponto de virada: a guerra de 9 anos contra a França, que eclodiu em 1946.

O governo do Vietnã, com sua típica postura dos países comunistas de drasticamente moldar uma cultura da classe trabalhadora, começou a mostrar seu ódio pela poesia e música românticas e emocionais. Sentindo-se oprimidos, alguns artistas que costumavam favorecer o Viet-Minh decidiram deixar a zona de guerra e retornaram às cidades, entre as quais Pham Duy e Thai Thanh, o maior compositor e diva vietnamita do século XX.

O ódio piorou depois que a guerra com a França terminou em 1954. Os Acordos de Genebra resultaram na primeira migração em massa de cerca de um milhão de pessoas do norte para o sul, na qual houve verdadeiros talentos que mais tarde se tornaram famosos. Entre os compositores românticos que ficaram em Hanói estava Van Cao, autor de muitas baladas famosas antes da guerra e, especialmente, autor do hino da República Democrática do Vietnã. Ele praticamente deixou de compor desde então.

Durante a próxima guerra - a Guerra do Vietnã - o gênero oficial de música permitido por Hanói foi a música revolucionária ou vermelha. O conteúdo dessa música era para homenagear líderes, o partido comunista e apoiar a produção na retaguarda e a guerra no front. O ritmo era geralmente rápido, e a melodia era veemente. Algumas músicas eram emotivas, mas em geral não eram incentivadas.

Não havia indústria de entretenimento ou música no norte, pois os cantores trabalhavam para unidades administradas pelo estado, civis ou militares, e eram pagos como funcionários públicos. A gravação e transmissão eram monopólio estatal, principalmente através da rádio Voice of Vietnam. O lançamento de música para fins comerciais ficou para a imaginação.

Abaixo do paralelo 17, ao contrário, a música ganhou outra vida. Desde o final da década de 1950, as músicas eram escritas principalmente usando os ritmos bolero, rumba e habanera. Em combinação com a música tradicional do sul, nasceu um gênero de música peculiar ao Vietnã - lento e triste. Com letras simples, mas poéticas e significativas, as músicas diziam muito sobre a vida: família, país, tristeza, felicidade, mas mais significativamente: guerra e amor.

Notavelmente, canções anti-guerra também foram aceitas, elas coexistiram com as canções em homenagem aos soldados da República do Vietnã. No entanto, não havia tais canções no norte para homenagear o presidente ou seu partido.

Além disso, a indústria da música cresceu no sul com muitas gravadoras e palcos musicais que, em duas décadas, introduziram no mercado centenas de cantores, muitos dos quais se tornaram lendas do bolero: Thanh Thuy, Hoang Oanh, Phuong Dung, Thanh Tuyen, e Che Linh. Esses cantores são famosos desde o início dos anos 1960 e ainda estão cantando.

Não está claro a partir de que ponto a música do Vietnã do Sul começou a ser chamada de música amarela. O motivo pode ter origem na bandeira nacional amarela da República do Vietnã, em oposição à vermelha adotada pela República Democrática do Vietnã.

Durante a guerra, era compreensível que a música amarela não fosse permitida no norte. Mas depois de 1975, quando o Sul foi derrotado e o Vietnã unificado, ela ainda não era permitida, pois era considerada um vestígio da antiga sociedade. Houve campanhas de propaganda para desencorajar o público de ouvir música amarela. No auge da repressão, os flagrados ouvindo música amarela eram punidos, e suas cassetes, discos e pautas de música confiscadas.

Apesar desse controle, a música amarela, cujo principal componente era o bolero, ainda era secretamente cantada por cantores do sul que não deixaram o Vietnã (ou não tiveram a chance de fugir) e pelos próprios ouvintes. A indústria da música foi morta, mas a música continuou viva.

Após a queda de Saigon e até meados da década de 90, ocorreu a segunda migração em massa do povo vietnamita. Os refugiados, conhecidos como povo dos botes, tentaram fugir do Vietnã em busca de liberdade. A música amarela os acompanhava a muitos cantos do mundo, especialmente aos Estados Unidos, a segunda terra dos vietnamitas anticomunistas. A música amarela continuou a ser cantada por cantores anteriores a 1975 e passou para as próximas gerações. As pessoas sobreviveram e a música também.

No Vietnã, depois de 1986, o controle do estado sobre a cultura em geral e a música em particular foi diminuído. A música amarela não era oficialmente permitida, mas não era mais banida. Na década de 1990, quando mais músicas de amor foram autorizadas a serem cantadas e compostas novamente, algumas músicas amarelas neutras também foram aceitas. Às vezes, os nomes dos compositores foram alterados, mas a música permaneceu.

Mesmo antes do amplo uso da Internet, embora proibido, os produtos musicais dos refugiados vietnamitas, como as séries Paris By Night e Ásia, encontraram seu caminho de volta para casa sob o novo nome: música do além-mar. Curiosamente, o governo se desviou de um controle rigoroso para um tipo de subsídio de fato. Mas a maior parte do legado musical do Vietnã do Sul, mesmo nos dias de hoje, permanece em silêncio e no escuro: as músicas são revisadas lentamente e aceitas uma a uma, a pedido de um comitê estadual de artes.

Nos últimos anos, a mudança tem sido dramática, pois muitos cantores estrangeiros recebem permissão para retornar e se apresentar no Vietnã. Cantores nacionais mais jovens começaram a recorrer ao bolero e o público se tornou mais jovem e não limitado a uma determinada classe. Cantar e ouvir música pré-1975 parece ter se tornado moda no Vietnã.

Além de poderem se apresentar, também existem reality shows chamados Solo com Bolero e Bolero Idol - competições em busca de talentos nesse gênero musical, uma vez banido. A maioria dos juízes convidados para Solo com Bolero são cantores estrangeiros, alguns dos quais costumavam ser banidos.

Ainda existem algumas restrições. O termo "música amarela" não é oficialmente usado na mídia. É intencionalmente chamado de música country, música antiga - e mais frequentemente bolero (muitas das músicas amarelas mais populares não são, de fato, bolero). Alguns cantores anteriores a 1975 conseguem obter licenças para organizar shows ao vivo em qualquer lugar, exceto a cidade de Ho Chi Minh, anteriormente Saigon.

Além do renascimento da música amarela, muitas vezes há queixas sobre a música contemporânea no Vietnã. "Lixo" e "sem sentido" são as palavras usadas para descrevê-lo. Voltando ao passado, neste contexto, existe a opção preferível. Ironicamente, é o passado do Vietnã do Sul que o público vietnamita está abraçando. A música revolucionária vermelha não é mais preferida pelos jovens ouvintes e é tocada principalmente em eventos oficiais.

Muitas pessoas atribuem o renascimento da música amarela ao fato de que ela exibe melhor as características culturais do país e está mais próxima da música tradicional. Ele fala com a alma e o coração dos indivíduos comuns, diferindo em muitos aspectos dos temas políticos da música vermelha.
Assim, enquanto o Norte pode ter vencido a guerra, a música e a cultura do Sul continuam vivas. Mais do que apenas sobreviver, ela prospera.

Dinh Duy é colunista freelancer e doutorando em Milão, Itália

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2017.10.07 01:45 Pertyew Sobre essa história de separatismo, e sobre mais autonomia aos estados

Bem, todos já devem saber dessa historia de separatismo que está rolando por aí, totalmente sensacionalizada pela mídia pra ganhar cliques. Estão rolando comentários literalmente de ódio aos sulistas, e não só direcionados aos organizadores daquele negócio mas a todos os sulistas. Quero esclarecer algumas coisas, primeiramente sobre a questão cultural.
Não é que sulista odeia os outros estados, muito menos se acham "superiores" a alguém. Sulista, principalmente nós gaúchos, em geral simplesmente gostamos da nossa terra. E, sim, gostamos mais dela que das outras. Afinal de contas, não é algo natural? Imagino que os cearenses gostem mais do Ceará que dos outros estados, que os goianos gostem mais de Goiás, e etc, afinal de contas é o seu lar., sua cultura, sua história e sua gente. Criar canções de amor á sua terra e mistificar figuras heroicas dela deveria ser algo totalmente natural de todo povo. Porém por algum motivo no Brasil atual virou motivo de vergonha gostar do chão onde se nasceu. Virou motivo de piada olhar para o passado e admirar os feitos de pessoas que pisaram na lama onde seus pés hoje pisam. A história não tem que ter sido perfeita, e os personagens são sim, humanos, e como tais tinham suas falhas, cometeram erros e tinham preconceitos. Não significa que seus feitos sejam menos épicos.
Outra coisa em relação à cultura: Sim, há rancor guardado pelos sulistas, e eu compreendo o motivo. O sul é relativamente negligenciado no Brasil em questão cultural. A maioria dos textos sobre cultura brasileira ignora o sul, ou então o menciona bem pouco. Além disso, a cultura do sul é vista como alienígena, estranha, exótica e "coisa de gente diferente" na mídia brasileira (Vide a Angelica forçando sotaque gaúcho e experimentando chimarrão como se fosse a coisa mais estranha do mundo no programa dela).
Temos que entender uma coisa: Música gaúcha é tão brasileira e representa tanto o Brasil quanto samba, bandinha alemã é tão brasileira quanto pagode, e assim em diante. (aliás, eu acho música indígena uma das mais ignoradas no Brasil. A arquitetura de Blumenau ou Gramado por exemplo, não é feita pra copiar a europa como se diz por aí. Ela é, sim, também arquitetura brasileira, afinal de contas os alemães que trouxeram essa arquitetura pra cá morreram como brasileiros (mesmo que hoje em dia tenha um pessoal que se julgue alemão ou europeu, ainda são brasileiros). O Brasil não é aquela caricatura feita pra gringo ver, podem existir brasileiros de todos os estilos e tradições. E isso não se aplica somente ao sul, mas a todos os estados e a todas as culturas. Inclusive acho que a cultura e música indígena deveria ser bem mais apreciada no Brasil, assim como é em países como Peru e Bolívia.
O pessoal aqui costuma rejeitar as influencias cultuais que vem de fora do sul por que os outros lugares tem forte rejeição à cultura do sul. A mídia Brasileira é extremamente centralizada e isso é um dos motivos disso acontecer. Infelizmente temos hoje, principalmente nas grandes cidades, sulistas que desejam a morte de sua cultura e querem mais é que o Brasil se torne um grande pedaço de terra monocultural, e isso alimenta essa rejeição. Sinceramente, por que? O que tem de tão ruim na cultura que seus pais, avós e bisavós cultivaram? Toda cultura deve ser preservada e admirada pelos seus integrantes e também pelos de fora.
Meu segundo ponto é a economia. O sul costuma ter os melhores índices de desigualdade social do país, principalmente nas regiões de colônia por causa daquela história de colônia de exploração x colônia de ocupação que já foi discutida por aqui. A questão é que o Brasil é como um organismo vivo, e é assim por que foi como o país se desenvolveu. SP não sustenta o país, assim como o Sul não é o único que provém matéria prima pra eles. Do jeito que estamos, nenhuma parte vive sem a outra.
Olhando por um outro lado, o argumento de que os estados do sul estão falidos não faz sentido. A dívida que os estados do sul tem é justamente para com a união, ou seja, estão falidos justamente por que estão dando todas as suas economias para Brasília ao invés de investirem em saúde e educação. "Ah mas foram eles que pediram os empréstimos" - acontece que esses empréstimos já se pagaram até mesmo se corrigir pela inflação. Todo o resto da dívida, que é de várias vezes o valor inicial, é puro juros "vazio", dinheiro que está indo de graça pra Brasília e que nunca trará retorno pros estados. Detalhe que essa situação não é nem de longe exclusiva dos estados do sul, tem UM MOTE de estados, inclusive os mais pobres nessa situação. Ou seja, esse sistema de ter juros altíssimos pros estados está trazendo danos a todo mundo, como vou falar agora.
O último ponto é sobre a maior autonomia dos estados, algo que absolutamente TODOS os estados se beneficiariam, além de matar de vez esse negócio de separatismo. A realidade no RS é absolutamente diferente da realidade no Amazonas. Não faz sentido você ter, por exemplo, leis ambientais iguais para os dois. Na minha opinião um das principais e mais urgentes questões é sobre o código penal e legislação sobre drogas. Se os Alagoenses acham que tá legal liberar a maconha, por que diabos um velho careca a 2000 km que nunca visitou o Alagoas e nem faz ideia do que se passa no estado tem direito a opinar sobre o que acontece lá? Simplesmente não faz sentido.
Um bom exemplo da falta de autonomia dos estados aconteceu uns meses atrás. Um juiz numa cidadezinha qualquer não lembro em qual estado resolveu suspender o Whatsapp no país todo. Quem esse cara pensa que é pra suspender o meu serviço caralhocentos km de distância? Me desculpe aí vossa divindade Juiz, mas mas acho que ele deveria ter poder de desativar o aplicativo no máximo do máximo no estado em que reside, e fim da questão.
Outro exemplo é o fundo partidário aprovado agora a pouco, se dependesse do sul não teria sido aprovado. É só um exemplo de como a política pode ser diferente sim de região para região. Se os acreanos acham que está beleza a eleição estadual ser financiada por iniciativa privada, deixa os cara implementarem isso, cacete, por que o governo federal tem que dar pitaco? Será que os Deuses de Brasília acham que os governos estaduais não tem maturidade o suficiente para lidar com essas questões?
O governo federal leva nosso (de todos os estados) dinheiro embora pra pagar dívida feita em negócios que não ajudaram ninguém de estado nenhum. Cria leis que só tem ele mesmo como beneficiado e acha que tem o dever de regir tudo que acontece nos estados de forma nivelada e generalista. O Brasil não vai funcionar desse jeito nunca.
Enfim, esse é o meu desabafo e minhas opiniões, que podem sim estar erradas, mas são essas. Desculpem pelo texto grande.
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2015.04.17 23:39 gutoprica Um Deus que ama a beleza.

“Ele fez tudo apropriado ao seu tempo”. Ec. 3:11.
“Uma coisa pedi ao SENHOR; é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do SENHOR e buscar sua orientação no seu templo.” Sl. 27:4.
Tudo o que Deus criou é bonito! Nada no Universo é sem cor, forma ou estilo. Ele transforma cinzas em beleza. Ele é o “Cântico dos Cânticos,” o “Oleiro,” o “Senhor da Beleza”. Ele é belo. As Artes revelam o Criador através da Música, palavras, cores, Design, equilíbrio, movimento, harmonia, ritmo. Davi disse que as estrelas cantam a glória do Senhor e existem físicos, hoje, que acreditam que é bem possível que os planetas vibram em perfeita sintonia. No sétimo dia da criação, Deus descansou. Não devemos pensar nesse descanso em nível de cansaço comum, porque Deus não sofre de fadiga. Devemos pensar nesse descanso como um tempo para contemplar a beleza da criação, saborear a qualidade de tudo o que Ele criou. Os atributos de Deus revelados através das Artes são: beleza, descanso e celebração. O propósito de Deus para essa área é nos renovar e nos restaurar, proporcionando-nos alegria pelo nosso trabalho.
Sou um artista cristão ou um cristão que é artista?
Os artistas cristãos de hoje em dia têm muita dificuldade para compreender o propósito de seus talentos. Se sua obra não fala diretamente sobre Jesus, ela ainda tem algum valor? Eles devem ou não trabalhar em produções com não-cristãos? Quando alguns vêem uma construção magnífica, ou uma pintura, uma peça teatral, ou um espetáculo maravilhoso, eles tendem a perguntar se a produção foi realizada por cristãos, como se isso validasse a beleza. Porém, a beleza em si já é um atributo de Deus. Colocar um adesivo escrito Jesus sobre as coisas, não as tornam mais bonitas. Pregar o Evangelho pode ser bonito, mas, a beleza, não traz uma mensagem adicional necessariamente. Podemos ter arte e beleza nas igrejas, mas a arte não tem de estar diretamente relacionada com uma expressão eclesiástica, para poder revelar Deus.
Qualquer coisa, incluindo tipos de música, notas musicais ou instrumentos podem ser utilizados para o bem ou para o mal. Não existe algo como notas musicais demoníacas, ritmos ou instrumentos demoníacos. Satanás não é o dono de nada disso, assim como ele não é o dono da lua, dos cogumelos ou das cores. Tudo é criação de Deus. Qualquer coisa que Deus tenha feito pode ser usada para adorar Satanás, mas também, pode servir para revelar Deus. Temos a tendência de achar que as músicas antigas são mais espirituais e que qualquer coisa muito moderna se torna suspeita, ou então, má. Obviamente, isso tem mais a ver com gosto pessoal que com Deus. Nós escutamos satisfeitos, os bonitos hinos luteranos, pois, eles revelam virtudes espirituais. O que a maioria de nós não sabe, é que Lutero colocou letras cristãs nas músicas favoritas dos bares da época. Eu queria saber o que os cristãos alemães daquele tempo pensaram dessas músicas populares sendo usadas pela igreja.
As Escrituras revelam três temas na Música
Ao estudarmos artes e música nas escrituras, encontramos registrados três temas: adoração, é claro, canções nacionais ou políticas e canções de amor. Uma canção de amor ganhou um livro inteiro – Cantares de Salomão. Atualmente, adoração, hinos, louvor e salmos são todos considerados importantes, mas, perdemos a capacidade de celebrar o amor humano e o amor pela nação. Se observarmos os hinos nacionais do mundo todo, você vai perceber que a grande maioria deles, escritos antes de 1970, mencionam Deus e Suas bênçãos. Até o Século passado, era entendido que Deus está envolvido na vida política de uma nação, até que algumas nações começaram a remover de seus hinos essas referências a Deus.
Será que foi por causa da secularização do país ou por causa da igreja, que perdeu a compreensão da atuação de Deus na área Política? Onde estão as canções de amor? Nossas ondas sonoras estão abarrotadas com mensagens de amor que são, no mínimo, degradantes ou lascivas. Porém, quando um músico que seja cristão escreve e apresenta uma bela celebração de amor humano, nós o acusamos de estar sendo “secular” ou de não estar sendo fiel à sua fé, não apresentando Jesus. As Escrituras celebram todos esses temas da Música e os usam para revelar Deus.
Se definirmos ópera como uma história em forma de música, então em Dt. 32, Moisés nos apresenta uma ópera muito antiga, senão a primeira a ter sido criada. Esse impressionante líder político entendia tanto a importância da Música na vida de uma nação que, ao final de sua vida, compôs uma obra que continha princípios importantes a serem lembrados por seu povo. E Moisés recitou as palavras desta canção, do começo ao fim, na presença de toda a assembléia de Israel…
As disciplinas das Artes
Assim como a Ciência, Deus governa as Artes por meio de Leis que regem cada disciplina: leis de Estética, Harmonia, Ritmo, Dissonância, Cor, Forma, Design, Estilo, Espaço positivo e negativo. Seja na Dança, na Escultura, na Pintura, na Literatura ou na Composição Musical, todos os artistas compreendem que existem princípios através dos quais cada uma dessas disciplinas funciona. Dominar esses princípios é fundamental para obter habilidade. Talento, então, é fazer esses princípios desaparecerem em meio à expressão artística. Pessoas “não-salvas” criam coisas belas porque são feitas à imagem de Deus. O único problema, é que elas não se dão conta de quem é a fonte de seu talento ou de seu amor pela beleza. Eles não conhecem quem lhes deu seu talento, mas, ainda assim, seu talento celebra Deus. Eles não sabem a quem agradecer. Mas, o fato deles conhecerem, ou não a Deus, não muda a beleza de suas criações. Nem palavras em Hebraico podem tomar uma melodia mais bonita. A beleza tem um valor intrínseco, ta! como a extensão da natureza e do caráter de Deus.
Morno
Muito daquilo que hoje chamamos de Música e Arte cristãs, é, no mínimo, medíocre. Talvez, porque pensamos que a única coisa que importa é se essas falam sobre Deus. E importante apresentarmos a mensagem de Cristo. Contudo, é tanto um absurdo quanto um perigo, pensarmos que a única coisa que importa num cirurgião é o seu amor por Deus e que sua técnica em cirurgia não é relevante. O coração do indivíduo e a destreza de uma profissão são duas coisas diferentes e Jesus é Senhor sobre essas duas coisas. Como pessoas que cremos no Deus Criador, você e eu temos de valorizar tanto a prática quanto a postura correta diante Dele. Temos de celebrar a beleza pelo próprio valor dela, porque Ele é o Senhor do Belo, o Criador de todos os dons, e também, temos de promover o relacionamento do artista com Cristo, o Criador de seu talento.
Não existem tribos, nações ou culturas que não tenham Arte, Música ou Esportes. Beleza, canções e celebração existem antes da Humanidade. Eram expressos em Deus, antes de existirmos e até hoje O revelam. Não precisamos justificar o nosso amor pelos Esportes ou Artes como uma oportunidade para evangelismo. Podemos ou não achar isso apropriado. Não há problema em desfrutarmos dos dons e talentos dados por Deus somente pelo seu valor natural. E uma forma de adoração ao Criador.
Temas para procurar quando você estiver estudando e colorindo o que as Escrituras dizem sobre Artes e Entretenimento: música, design, esportes, dança, cultura, vestuário, poesia, literatura, destreza, cores, esculturas e beleza.
A área das Artes e Entretenimento revela: o Cântico dos Cânticos, o Oleiro
O principal atributo de Deus revelado através das Artes e do Entretenimento: Beleza
Deus governa essa área através: das Leis de cada disciplina
Quer você tenha talento usando seu corpo, ouvidos ou olhos, seu talento é uma celebração de Deus e uma parte do Seu chamado em sua vida. Fomos criados para celebrar Beleza e Alegria, como também, para precisar delas. Você é parte da resposta de Deus para essa necessidade. Tudo que Ele criou, quer no micro ou no macrocosmos, é belo e foi criado com som. Então, esteja você celebrando através do trabalho da igreja ou ministrando para os não-crentes, você está servindo a Cristo. Você e testemunha Dele através de suas habilidades e de sua vida. Você não precisa justificar o seu talento, fazendo material religioso ou ajoelhando em oração quando se sair bem, apesar de poder fazer os dois. Seu talento é justificado por ser parte da natureza e do caráter de Deus em você. E parte de quem Ele é e de como Ele fez você. O talento que você tem revela Deus. O mundo precisa de seu talento e da celebração da Beleza e da Alegria que Ele traz. Não impeça o seu talento de fluir. Vamos começar a Nova Renascença.
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